Arquivo da tag: imóvel

Living integrado com a cozinha

Living sem paredes na cozinha

Algumas tendências de design de interiores têm se destacado no cenário moderno. Trazendo maior integração dentro do apartamento.

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Melhor para quem compra

Mercado imobiliário:
compras à vista crescem no primeiro trimestre

Um dos motivos é o desconto dado pelas construtoras para redução do estoque

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Morar no Belenzinho questão de decisão

VERTE BELÉM

Verte

O Verte fica a 500 metros da estação Bresser-Mooca do metrô. Localizado na região central, oferece uma ampla rede de serviços e comércio à sua disposição. Além disso, você está ao lado do novo Parque Estadual do Belém, uma ótima opção de lazer e diversão para sua família.

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Para poucos no Brás

Portal Centro

NO CENTRO, PERTO DE TUDO

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Além de ter fácil acesso a todas as regiões da cidade, diversas operações urbanas estão acontecendo no entorno. Essa grande transformação do Centro vai privilegiar a circulação de pedestres e melhorar ainda mais o dia a dia dos moradores, com a criação de parques, centros culturais, ciclovias e um terminal de ônibus, entre outros benefícios. Continuar lendo Para poucos no Brás

Quer benefícios, compre já

Cotação dos imóveis residenciais cai 2,26%

Associação espera pela reversão da tendência de queda do mercado

Associação espera pela reversão da tendência de queda do mercado

O preço médio dos imóveis residenciais no País caiu 2,26% em 2016

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Fácil ganhar com o imóvel certo

Quanto custa morar perto de metrô e trem em São Paulo

homem no metrôSão Paulo – Já parou para pensar quanto tempo você leva todos os dias para se locomover de casa até o trabalho e vice-versa? Em uma cidade como São Paulo, esse trajeto pode durar horas, dependendo do meio de transporte utilizado.

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SELIC baixou: Setor Imobiliário agradece

Pela primeira vez no ano, Caixa reduz juro para casa própria

Banco anunciou  que reduzirá em 0,25 ponto porcentual todas as taxas para pessoas físicas que financiaram bens novos ou usados, após queda da Selic

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Financiamento Imobiliário: você deve conhecer. Aqui.

Conheça os diferentes tipos de financiamento imobiliário

A aquisição da casa própria é uma das negociações mais complexas na vida de uma pessoa. Por envolver um bem de alto valor, ela gera preocupações relacionadas às finanças ainda no momento da decisão.

Domine o seu financiamento.


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Justifique a compra do seu Imóvel

5 razões comuns pelas quais as pessoas compram imóveis

Um dos maiores símbolos de status no Brasil, sem nenhuma dúvida, é ser dono de um imóvel. A tradição no país faz com que seja prioridade máxima para muitas pessoas juntar dinheiro e comprar uma casa o quanto antes, mesmo que essa não seja a decisão financeira mais acertada no momento.

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Aluguel. Um indicador fácil da economia

Aluguel de imóveis comerciais tem queda real de 18% em setembro

Já o preço venda caiu 11% em 12 meses, segundo pesquisa FipeZap.
No acumulado do ano, há queda de 7,05% nos preços de locação.

Os preços de venda e locação de imóveis comerciais seguiram em queda em setembro, segundo Índice FipeZap, divulgado nesta sexta-feira (21). Em 12 meses, os preços de locação e venda tiveram queda real (considerando a inflação) de 18,19% e 11,22%, respectivamente.

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A partir de Agosto temos um novo cenário

Vendas crescem, e mercado imobiliário reage em agosto

Negócios de unidades novas cresceram 1,4% e compras de usados subiram 26% em São Paulo

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Imóveis novos retomando, pós crise

Vendas de imóveis sobem 1,4% em agosto; 1ª alta desde junho de 2015

Após 13 meses consecutivos de queda, o mercado imobiliário nacional registrou aumento nas vendas em agosto em relação ao mesmo mês do ano anterior. Continuar lendo Imóveis novos retomando, pós crise

Qual a real situação do mercado?

Mercado imobiliário brasileiro passa por um “rolo sem fim”

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Crise gera oportunidades. Vislumbre algumas aqui

O MELHOR INVESTIMENTO PARA O 2º SEMESTRE DE 2016

Saiba por que estamos vivendo um momento especial para investir na Bolsa de Valores

 

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55 m² à 71m² no Centro – Portal Centro

BRÁS  –  PORTAL CENTRO

  • De 1 a 3 dormitórios
  • De 39 m2 a 71 m2

Em Construção | Residencial        Entrega: 11/2017

Vantagens Vantagens Vantagens

APARTAMENTOS COM 1, 2 E 3 DORMITÓRIOS PRÓXIMOS AO METRÔ BRÁS.

Um projeto com fácil acesso a tudo: ao metrô, ao bem-estar, ao conforto e à comodidade. More com lazer completo a poucos minutos de todas as regiões da cidade.

PARA COMEÇAR A IMAGINAR

Perspectivas Ilustradas

  •  Fachada - diurna

    Fachada – diurna
  •  Fachada - noturna

    Fachada – noturna
  •  Fachada noturna - frente

    Fachada noturna – frente
  •  Piscinas

    Piscinas
  •  Playground

    Playground
  •  Bicicletário

    Bicicletário
  •  Brinquedoteca

    Brinquedoteca
  •  Churrasqueira

    Churrasqueira
  •  Salão de festas

    Salão de festas
  •  Fitness

    Fitness
  •  Espaço Gourmet

    Espaço Gourmet
  •  Salão de jogos

    Salão de jogos
  •  Lavanderia

    Lavanderia

Espaços para ser feliz

  • Salão de festas

  • Churrasqueira

  • Fitness

  • Brinquedoteca

  • Playground

  • Bicicletário

  • Espaço gourmet

  • Salão de Jogos

  • Piscina adulto e infantil

  • Lavanderia

Decorados

  •  Foto apartamento decorado - 50 m²

    Foto apartamento decorado – 50 m²
  •  Foto apartamento decorado - 50 m²

    Foto apartamento decorado – 50 m²
  •  Foto apartamento decorado - 71 m²

    Foto apartamento decorado – 71 m²
  •  Foto apartamento decorado - 71 m²

    Foto apartamento decorado – 71 m²
  •  Foto apartamento decorado - 71 m²

    Foto apartamento decorado – 71 m²
  •  Foto apartamento decorado - 50 m²

    Foto apartamento decorado – 50 m²
  •  Foto apartamento decorado - 50 m²

    Foto apartamento decorado – 50 m²
  •  Foto apartamento decorado - 71 m²

    Foto apartamento decorado – 71 m²
  •  Foto apartamento decorado - 71 m²

    Foto apartamento decorado – 71 m²

DESVENDE CADA ESQUINA

  • NO CENTRO, PERTO DE TUDO
    Além de ter fácil acesso a todas as regiões da cidade, diversas operações urbanas estão acontecendo no entorno. Essa grande transformação do Centro vai privilegiar a circulação de pedestres e melhorar ainda mais o dia a dia dos moradores, com a criação de parques, centros culturais, ciclovias e um terminal de ônibus, entre outros benefícios.

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Cronograma geral: 43%

progresso

Entrega prevista para 11/2017

Fotos em 8/2016

VEJA QUEM ASSINA

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CPTM multiplica a valorização em torno do Brás

CPTM projeta shopping e hotel em estação Brás, no centro de São Paulo

DE SÃO PAULO 14/09/2016  02h00

Dependente de verbas do governo estadual, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vai implementar um projeto ambicioso em busca de receitas não tarifárias:

  1. a construção de shopping;
  2. hotel;
  3. e prédio empresarial na estação Brás, no centro de São Paulo.

O primeiro centro comercial do sistema ferroviário paulista está sendo planejado pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB) seguindo uma tendência lançada pelo Metrô, que já conta com cinco shoppings em estações.

A localização desse empreendimento é estratégica: a região é conhecida pelo intenso comércio popular, a estação já recebe 165 mil usuários por dia e a previsão é que alcance 220 mil até 2025.

É planejado também um estacionamento para atender os ônibus de comerciantes que vêm de fora da capital.

“O projeto preliminar foi inspirado em modelos implantados em países como Inglaterra e Japão”, diz a CPTM, que consultou a iniciativa privada sobre eventual interesse em um empreendimento desse tipo.

Após receber sinal positivo de associações comerciais, a companhia paulista avançou com os planos.

O shopping deve ser construído em área contígua à estação. O terreno, que pertence à União, abriga hoje um galpão usado por áreas administrativas e operacionais da própria empresa, além de pequenas casas que precisarão passar por desapropriação.

A entrada do centro comercial deve ocorrer pelo mezanino da estação, que atende as linhas 10-turquesa, 11-coral e 12-safira da CPTM. Lá há interligação com a linha 3-vermelha do Metrô, que já conta com diversas lojas e pontos de alimentação.

CONCESSÃO

A exemplo do que ocorre nos empreendimentos do Metrô, a construção do shopping da CPTM está sendo preparada em regime de concessão.

Sob esse modelo, as obras e a administração ficam sob responsabilidade privada; em troca, a companhia recebe um percentual anual do faturamento obtido. Ainda não há prazo definido para as obras do projeto, que ainda poderá sofrer alterações.

No ano passado, a cessão de espaços para estabelecimentos comerciais gerou receita de R$ 11,6 milhões à CPTM. No total, as verbas não tarifárias (não geradas por passagens) chegaram a R$ 56,7 milhões, 2,5% das receitas da companhia em 2015.

Há espaço para crescer: só com shoppings, o Metrô arrecadou R$ 46 milhões em um ano, quando suas receitas adicionais à venda de bilhetes chegaram a R$ 186 milhões.

No caso da CPTM, aumentar os lucros nesses setores é uma forma de garantir sua operação

.

Diferentemente do Metrô, a empresa não se sustenta apenas com a tarifa paga pelos usuários –depende de subsídios do Estado.

No ano passado, a gestão Alckmin –também afetada pela recessão e promovendo diversos cortes– teve que repassar quase R$ 1 bilhão à companhia de trens.

Com a crise econômica, há diminuição no número de passageiros pagantes na rede ferroviária da região metropolitana; por outro lado, a concessão de gratuidades e descontos a estudantes e idosos tem crescido.

Em 2015, a empresa teve queda de 5% no número de passageiros pagantes e de 0,2% no número total de passageiros, que chegou a 831 milhões. Desse total, 52 milhões foram transportados gratuitamente, um aumento de cerca de 20 milhões em relação ao ano anterior.

A expectativa da CPTM é que as gratuidades (que incluem ainda desempregados) continuem a subir neste ano. 

FONTE: Site da Secretaria de Negócios Metropolitanos 15 de Setembro 2016


Portal Imobiliário

Seu Portal com muita informação e produtos de qualidade.

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Preços aumentaram. Sinal de retomada?

 

Aumento em preços pode não significar melhora no mercado imobiliário, diz pesquisador

Segundo Raone Costa, apesar do preço dos imóveis ter tido o maior aumento em 14 meses, ainda é muito cedo para afirmar que é uma tendência

Continuar lendo Preços aumentaram. Sinal de retomada?

Mercado Imobiliário: A retomada de preços

Mercado imobiliário já enxerga luz no fim do túnel com retomada de preços

O tempo para voltar o número de lançamentos e a valorização do m² ainda causam discussão, contudo, executivos do setor afirmam que o pior já passou e o setor deve ver mudanças em 2017

São Paulo – As perspectivas para o mercado imobiliário melhoram em setembro e marcaram uma possível retomada do preço do imóvel. Segundo o índice FipeZap, oito cidades já mostram crescimento real no valor do metro quadrado.

ALTTO CAMPO BELO – 485 M² 5 SUÍTES

ALTTO CAMPO BELO
485 M² 5 SUÍTES

Campo Belo Altto Campo Belo

 Campo Belo, São Paulo Pronto | Residencial Entrega: 06/2015

  • De 4 a 5 dormitórios.
  • De 485m2 a 833m2

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Todas as formas do luxo, traduzidas em um apartamento.
Um projeto que vai além de um apartamento.
É um novo conceito sobre morar.
Apartamentos no Campo Belo com espaço, conforto, privacidade, muito verde e tranquilidade.

Espaços para ser feliz

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  • Fitness

  • Brinquedoteca

  • Playground

  • Sauna

  • Piscina coberta com raia

  • Piscina descoberta

Decorados

  • Foto do apartamento decorado

    Foto do apartamento decorado
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Veja como ficou

  • Foto da entrega - Junho/2015

    Foto da entrega – Junho/2015
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Plantas

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    485 m² – 5 suítes

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Veja onde é

 


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Veja quem assina

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O que anda aquecendo o Setor Imobiliário

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e a baixa dos preços dos imóveis indicam
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Construção Civil na vanguarda da recuperação econômica

Construção Civil pode dar resposta rápida à crise

Especialista em Finanças e Imóveis com ênfase em crédito imobiliário e construção civil fala sobre o encontro do presidente Michel Temer com representantes do setor

Foto: Divulgação

Especialista em Finanças e Imóveis com ênfase em crédito imobiliário e construção civil fala sobre o encontro do presidente Michel Temer com representantes do setor

Representantes do setor da Construção Civil reuniram-se com o presidente interino Michel Temer e equipe do Governo Federal, no sentido de apresentar propostas para que o setor contribua com a retomada do crescimento da economia, principalmente no tocante a geração de emprego e renda, num prazo de até dois anos.

Um estudo do setor indica que a cada R$ 1 milhão de investimentos, a indústria da construção emprega quase 18 novos postos de trabalho, direta ou indiretamente. Portanto, com R$ 50 bilhões investidos, do setor público e privado, podem ser gerados os empregos perdidos nos últimos dois anos, somente na cadeia da Construção Civil, o que corresponde a 850 mil empregos.

Reconhecido como um setor da economia que responde rápido, vale lembrar que existem dois segmentos distintos de atuação, infraestrutura e construção civil, abrangendo os empreendimentos habitacionais e comerciais, preponderantemente.

Para o setor de infraestrutura, os representantes propõem um melhor reordenamento, de novas concessões concentrando ações nos modelos de PPP, as Parcerias Público-Privadas, com modelagem mais atrativa ao investimento privado.

Para o setor da construção, pedem a retomada plena das contratações do Programa Minha Casa Minha Vida, em todas as suas faixas, inclusive nas faixas de maior subsídio (1 e 1,5).

Toda a cadeia da construção civil representada se dispôs a apoiar medidas propostas pelo governo para recuperar a credibilidade e restabelecer um ambiente de normalidade e de confiança no pais. Segundo o presidente Michel Temer, “não há prosperidade sem a construção civil”. Segundo representantes do setor, “a construção civil apoiará tudo o que fortaleça a construção de um pais melhor”.

O setor reforçou também a necessidade de manter agenda de alguns itens de reforma como a Previdência, a modernização das leis trabalhistas (regulamentação da terceirização como item importante) e o rigor com o ajuste fiscal.

Pois bem, saindo da retórica da boa intenção, que consideramos importante, vamos para questões mais pragmáticas e possíveis, neste momento ainda de turbulência. As ações propostas para o setor de infraestrutura parecem acertadas e realmente importantes para o momento. O governo deve assumir papel de modelador e propor regulação e atratividade para que o setor privado acredite e volte a investir nas tais PPPs.

Quanto ao setor da construção civil, relacionada ao fomento de habitação popular e de mercado de construções habitacionais e comerciais de todas as faixas de renda, percebemos que os discursos foram tímidos. Analisando somente os números, se o setor fala em R$ 50 bilhoes para retomar os empregos perdidos nos últimos dois anos, deveria debater o crédito imobiliário como grande fomentador.

Quando falamos em crédito imobiliário, necessário segmentar em duas frentes, a faixa popular do MCMV e famílias atendidas pelo FGTS e as faixas de mercado, hoje financiadas pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). Para a habitação popular, realmente não há o que mexer, ou seja, é a única fatia que funciona hoje, quando o governo e o FGTS proveem recursos e o setor responde com investimento privado para a construção. O Programa Minha Casa Minha Vida consolidou-se como instrumento de politica publica de Estado e, portanto, vem sendo utilizado como principal instrumento para enfrentar o déficit habitacional de baixa renda, mesmo que os recursos sejam contingenciados pelo ajuste fiscal em todas as suas faixas.

O que precisa ser ponderado neste momento de ajuste fiscal é o tamanho da intervenção do Governo Federal. Lembrando que em 2009, o PMCMV foi criado como instrumento anticíclico e que o grande erro foi a dosagem acentuada por tempo prolongado, a mercê das campanhas eleitorais. Neste caso, olhar para o passado e aprender com ele.

Portanto, se a politica habitacional está no caminho certo para a habitação popular, o mercado de crédito para outras faixas de renda é que precisa de atenção e que pode responder pela maior parte dos R$ 50 bilhões citados no inicio para a retomada dos empregos na construção.

O cenário para esta faixa aponta para uma queda de demanda de 50% em relação ao ano passado, catalisado pela estratégia da Caixa, principalmente, ao contingenciar o crédito para as operações com recursos do SBPE (Poupança), a nosso ver estratégia equivocada, ainda que o déficit dos depósitos indicasse precaução do Banco estatal, que detém 70 % do credito imobiliário, ou seja o grande indutor do crédito. A correta leitura seria que a velha e boa poupança vive a mercê da economia e das finanças das famílias brasileiras de renda mais baixa e que este cenário deve melhorar com a derrocada da crise. O ciclo precisa ser virtuoso novamente e alguém precisa dar o primeiro passo neste sentido.

Agora, percebendo que vai ter recursos suficientes o mercado financeiro, capitaneado pela Caixa, poderia voltar a taxa de juros para um digito, ao invés de aumentar o ticket médio das operações de financiamento e aumentar a quota de financiamento para famílias que não vão tomar credito com estas condições, e se tomarem, podem comprometer o risco de crédito, devido aos volumes médios de contratos.

Concluindo, medida mais acertada no sentido e direção da volta da credibilidade e aumento de demanda poderia ser uma simples diminuição da taxa de juros de 0,5% nas operações com recursos de SBPE. Isso se, de forma pragmática, Governo Federal, setores de construção e financiadores acreditam mesmo na retomada da economia.

Diretor da Habita’z, Marcos Fontes é professor de Economia da IBE-FGV especialista nas áreas de Finanças e Imóveis com ênfase em crédito imobiliário e construção civil.

Fonte  Redação – Agência IN

R$ 100mil a menos. Quer?

Como pagar R$ 100 mil a menos no financiamento do imóvel

São Paulo – Você pode economizar muitos milhares de reais se juntar um valor de entrada maior para financiar seu imóvel. Antes de embarcar em um financiamento deste tipo, é preciso estar ciente do alto custo dos juros na sua vida. Continuar lendo R$ 100mil a menos. Quer?

Even Construtora e Incorporadora S/A

Uma construtora que merece ser conhecida

Ao longo dos últimos dez anos, atuando no segmento de empreendimentos residenciais e comerciais, de maneira concentrada nas regiões metropolitanas dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Com capacidade de inovar, acompanhar as demandas do mercado e entregar produtos e serviços de acordo com as expectativas dos clientes colocou a Even entre as maiores incorporadoras e construtoras do Estado de São Paulo e do Brasil.

Detalhes Importantes sobre a Even Construtora acesse e conheça muito.

Continuar lendo Even Construtora e Incorporadora S/A

O Imovél tem o preço certo?

Valor do Imóvel: o que faz o preço?

Você provavelmente deve imaginar, mas será que sabe ao certo quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel? Um dos princípios básicos para o corretor de imóveis é ter domínio da sua área de atuação e se manter atualizado acerca dos assuntos mais relevantes do mercado imobiliário. E claro, saber quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel é fundamental para a negociação com o cliente.

Ao comprar ou vender uma casa, apartamento ou outro empreendimento, é comum a discussão entre corretores de imóveis e clientes em torno do preço do imóvel. No Brasil, a compra de um imóvel é talvez o mais importante negócio que a pessoa fará durante a sua vida. Por isso, os cuidados com a solidez do imóvel, documentação, contratos e se o sonho é também um bom negócio devem ser realizados com o auxílio de um profissional especializado da corretagem imobiliária.

De acordo com pesquisa realizada pelo portal imobiliário ZAP, um dos portais que também é parceiro do Imobex, com a ajuda do consultor da área imobiliária Sylvio Lindenberg, foram apontados quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel, e uma simulação em percentuais do quanto cada fator pode ser responsável por influenciar na valorização de um imóvel. Sabemos que o preço de um imóvel pode variar muito dependendo de alguns itens importantes, por isso conheça os 10 principais fatores que influenciam no preço do imóvel.

Quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel?

Localização do imóvel

O primeiro fator que mais tem influência no preço do imóvel é a localização, responsável por 25% do preço da casa ou apartamento. Segundo a pesquisa, os imóveis situados em uma área onde há hospitais, farmácias, bancos e supermercados acessíveis levam vantagem. As pessoas querem morar próximas a serviços e encontrar infraestrutura na região, por isso shoppings, estádios, ruas calmas e fácil acesso ao transporte público também possuem influência no preço do imóvel. A localização pesa muito em um imóvel, pois mesmo que o prédio seja velho, se estiver em frente ao mar ele vale mais.

Segurança do imóvel

O segundo fator que mais influencia no preço do imóvel é a segurança que ele oferece, que corresponde a 15% da valorização do imóvel. Segundo os dados divulgados, portão automático com rápida abertura, chaves de porta com segredo e elevador automatizado, que possui código por andar, são itens que atraem os moradores. Viver em um bairro seguro é o desejo da maioria das pessoas, que muitas vezes optam por morar em um apartamento ou condomínios fechados. Além disso, quanto maior for a infraestrutura que protege o empreendimento e seus moradores, mais valorizado ele será.

Vaga na garagem do imóvel

O terceiro fator que tem mais influência no preço do imóvel é ele possuir ao menos uma vaga na garagem, que contabiliza também 15% como influenciador no valor do imóvel. Por falta de lugar na rua e também em razão da segurança, possuir um local para estacionar o automóvel dentro do imóvel é levado muito em consideração. Contudo, a pesquisa aponta que ter apenas uma vaga, dependendo da localização do imóvel, às vezes pode depreciá-lo, por se comum que famílias tenham mais de um carro.

Área de lazer do imóvel

O quarto fator de influência no preço do imóvel é a área de lazer oferecida, responsável por 10% do preço da propriedade. Segundo a pesquisa, as incorporadoras estão apostando na diversidade de opções que envolvem a área de lazer, com empreendimentos que oferecem sala de cinema, brinquedoteca, salão de festa, área para praticar esporte, além de piscina e churrasqueira, que são atrativos que costumam chamar a atenção do comprador.

Elevador do imóvel

O quinto fator que pode influenciar no preço do imóvel são os elevadores, responsáveis por 9% do valor final do imóvel. De acordo com a pesquisa, elevadores são itens de grande relevância, e prédios que não os possuem fica naturalmente desvalorizados.

Face para o sol do imóvel

O sexto fator que influencia no preço do imóvel é a posição do imóvel em relação ao sol, que tem 7% de peso sobre o valor do imóvel. A iluminação natural oferece mais conforto para quem vive em um apartamento, principalmente, então as unidades que recebem a luz solar são mais valorizadas e vendem mais rapidamente. Em São Paulo, por exemplo, a melhor face para o imóvel estar direcionado é a norte, em que apartamentos com tal direção vendem mais rápido pela sua posição favorecida.

Andar do imóvel

O sétimo item que influencia no preço do imóvel é o andar em que um apartamento está localizado, que corresponde por 6% da valorização do mesmo. As unidades mais baixas são as menos procuradas, diz a pesquisa, e quanto mais alto é o andar de um apartamento, mais ele é valorizado, pois além da vista, a menor quantidade de ruídos vindos da rua faz com que os andares superiores sejam os preferidos dos moradores.

Varanda do imóvel

O oitavo fator de influência no preço do imóvel é se ele possui uma varanda, que valoriza o imóvel em 5%. Abrir a janela ou sair na varanda do apartamento e ter um vista privilegiada, como um parque ou uma praça, é um dos itens que pode valorizar o empreendimento.

Vista do imóvel

O nono item de influência no preço do imóvel é a sua vista, que possui relação com a existência de uma varanda, e representa 4% do preço da propriedade. De acordo com os dados, os imóveis em frente a parques, praças, praias e calçadão são bem valorizados.

Infraestrutura e tecnologia do imóvel

O décimo e último fator que tem mais influência no preço do imóvel é se ele é ajustado à tecnologia e disponibiliza cabo para televisão e wireless, que pode somar 4% do preço da propriedade. A automação residencial e predial já é uma necessidade e proporciona valor à propriedade.

Outros fatores que influenciam no preço do imóvel

Além dos 10 fatores que influenciam no preço do imóvel apontados acima, ainda há outros que podem influir na valorização ou não do imóvel. Alguns exemplos: Vizinhança do imóvel, principalmente para casas, se ficam localizadas ao lado de algum salão de festas ou empresa barulhenta ou com mau cheiro; Rua do imóvel, se é uma rua ou avenida movimentada pode não ser a primeira opção do cliente; Idade do imóvel, que pode ser um fator de redução do preço da casa ou apartamento, pois construções mais antigas tendem a ter mais problemas estruturais, elétricos, hidráulicos, etc; Planta e acessórios do imóvel, quantos dormitórios um imóvel possui e armários e móveis planejados também influem no valor do imóvel; Acabamento do imóvel, o tipo de piso, revestimento e pintura nas paredes, portas e janelas, etc causam boa impressão no imóvel e influenciam positivamente no valor do mesmo.

Retirado do site Imobex


Visite nosso Portal

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O site que tem tudo completo e fácil.

Aguardamos sua visita.

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Página Oficial de Negócios Imobiliários

Faces de São Paulo – Diversidade

Paraíso da multiplicidade

São Paulo possui diversas faces e uma delas está na variedade de mercados e feiras a céu aberto, que reúnem desde artesanato, apresentações e boas opções para conhecer os diversos paladares da cidade.

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Região Central de Sampa -A vez

 

Sinônimo de bons negócios

Bairros como Brás, Pari e Bom Retiro estão entre os que mais chamam a atenção de construtoras e incorporadoras para a construção de empreendimentos residenciais. Antes consideradas sem perfil para abrigar prédios sem características comerciais, hoje a história é outra. Com o processo de revitalização, essas empresas passaram a enxergar a área central da cidade como uma boa oportunidade de negócios. Tamanha valorização é favorável tanto para quem deseja empreender quanto para quem pretende adquirir um novo imóvel para morar.

Continuar lendo Região Central de Sampa -A vez

O Centro é o centro das atenções

Onde os paulistanos querem morar?

Empreendimento da Requadra na rua Paim, no Baixo Augusta

 

São Paulo – Há alguns anos, o centro de São Paulo poderia ser definido como sujo, feio e decadente. Frente à insegurança e ao abandono do poder público, muitas empresas e bancos eram forçados a transferir suas sedes para áreas mais nobres da cidade.

O movimento de retirada só foi estancado recentemente, com o boom imobiliário. Como o preço de morar em algumas regiões de São Paulo se tornou inacessível para boa parte da população, pessoas e empresas voltaram a olhar para o centro com o interesse. O movimento de revitalização começou pelo Baixo Augusta, uma região da Bela Vista bastante frequentada por jovens. Diversos empreendimentos imobiliários foram lançados na região nos últimos dois anos – alguns com preços já próximos a 10.000 reais o metro quadrado.

Para Marcos França, diretor comercial da Requadra, o movimento de revalorização da região central da cidade ainda está apenas no começo. A incorporadora, que lançou nove empreendimentos no centro nos últimos 12 anos, foi uma das pioneiras no Baixo Augusta e agora aposta no Brás como novo polo de lançamento de imóveis na cidade. Outras áreas com bom potencial seriam o Bixiga e a República. No depoimento a seguir, França explica em que bairros as incorporadoras veem mais potencial:

A área central de São Paulo que mais tem atraído as incorporadoras é a Bela Vista. A iniciativa da revitalização partiu do setor privado. Primeiro vieram novas casas noturnas, que encerram o período de decadência do local. Depois veio o mercado imobiliário e redescobriu a área hoje chamada de Baixo Augusta. Diversas incorporadoras fizeram lançamentos ali nas imediações do shopping Frei Caneca.

A Requadra foi pioneira na revitalização da rua Paim. Há alguns anos, ninguém queria investir naquele local. A própria imobiliária que venderia as unidades que estávamos lançando achava que éramos loucos. A rua Paim já foi uma das mais feias da região, com vários cortiços e botecos. Mas naquela época, já acreditávamos estar em curso uma transformação no Baixo Augusta.

O primeiro empreendimento que lançamos ali incluía mais de 250 apartamentos pequenos, de um ou dois dormitórios. Vendemos tudo em duas horas. No dia em que abrimos o estande, havia uma fila enorme de gente interessada. Na época, cobramos 5.000 reais o metro quadrado. Parece pouco comparado ao que se cobra hoje, mas foi mais do que suficiente para cobrir nossos custos. Com o sucesso do nosso empreendimento, a rua Paim explodiu. Hoje há sete projetos em construção ou prestes a serem lançados. Os preços ultrapassam os 7.000 reais o metro. Nós já lançamos mais um empreendimento ali e preparamos um terceiro.

A revitalização da área está só no começo. O poder público vai entregar obras importantes nos próximos anos. A inauguração de uma estação de metrô na rua Piauí, em Higienópolis, e a construção de outra estação na praça 14 Bis devem dar um impulso ainda maior para a área. Paralelamente, a própria entrega dos empreendimentos que estão sendo lançados vai contribuir para a melhoria da região. Quando as pessoas que compraram os apartamentos começarem a morar ali, é provável que surja todo um comércio voltado para a classe média-alta em imóveis que hoje são ocupados por botecos ou cortiços.

O entorno também já foi redescoberto. A Even fez um lançamento bem-sucedido na rua Bela Cintra, que é paralela à rua Augusta. Dois lançamentos foram feitos na rua Augusta recentemente: o Capital Augusta, da Esser, e o Ca’d’Oro, da Brookfield. A Cyrela fez um grande lançamento nas proximidades da rua Avanhandava, o Mood. A Trisul vendeu um empreendimento com várias torres em frente ao shopping Frei Caneca. A revitalização imobiliária do Baixo Augusta já está em curso.

Com o fim dos bons terrenos por ali, acredito que os lançamentos vão se espalhar para regiões adjacentes, como o Bixiga, a praça Roosevelt e a Vila Buarque. O problema dessas regiões é que há diversas restrições para prefeitura para novas construções. Se houver interesse do poder público em colocar essas áreas no mercado, entretanto, eu acho que vai decolar. A mesma coisa vale para a região da praça da República. Já tentamos comprar um estacionamento para fazer um lançamento ali, mas não conseguimos fechar negócio.

Também não conseguimos lançar nada na região do antigo centro financeiro da cidade, nas proximidades da BM&FBovespa. Ali é necessário fazer retrofit porque praticamente não há mais casas construídas e muito menos terrenos ociosos. É necessário comprar um prédio inteiro e reformá-lo. O problema de atuarmos nesse segmento é que é necessário um desembolso muito grande de capital para comprar um prédio, fazer uma reforma completa e depois revender as unidades. O risco é bem maior. Mas há outras incorporadoras que estão avaliando isso com interesse.

Outro problema dessa região entre o Anhangabaú e a Sé é a falta de vagas de estacionamento nos edifícios. As próprias ruas só permitem o trânsito de pedestres, trata-se de um calçadão. Não há retrofit que resolva isso. Como alugar vagas de estacionamento ali é muito caro, a gente enxerga isso como uma restrição ao mercado imobiliário. Mas acredito que uma hora a região voltará a atrair investimentos.

Assim como acredito que o projeto do governo paulista de recuperar a região que hoje é conhecida como “Cracolândia” para transformá-la em Nova Luz uma hora vai sair do papel. As incorporadoras estão olhando com muito interesse os terrenos ali. Nós não compramos nada somente porque achamos que já está caro. Em compensação, ao lado da Luz, no Brás, estamos enxergando muitas oportunidades. Há uma fartura de terrenos no bairro, que abriga lojas de comércio popular e antigas fábricas. No Brás, ainda é possível comprar um galpão abandonado de um único dono para erguer um empreendimento. É bem mais fácil fazer isso do que negociar com diversas famílias a compra de várias propriedades para depois realizar um lançamento.

A Requadra fará em breve um lançamento no Brás, com duas torres. Será um prédio de habitação de interesse social, com unidades mais populares, e outro voltado para a classe média. A região está melhorando muito. Desde que o edifício São Vito e seus cortiços foram demollidos, a vista daquela região próxima ao Mercado Municipal melhorou demais. Outras incorporadoras já perceberam isso e também já estão fazendo ou farão lançamentos no Brás em breve.

Por incrível que pareça, a Requadra nasceu como uma incorporadora com foco em locais mais afastados do centro de São Paulo, principalmente na zona leste. Há 12 anos, percebemos que o trânsito na cidade começava a inviabilizar grandes deslocamentos ao mesmo tempo em que os terrenos disponíveis estavam cada vez mais longínquos. Foi nessa época que decidimos mudar nossa área de atuação para a região central da cidade.

Em cidades como Londres ou Paris, o centro sempre foi uma das áreas mais valorizadas. Não víamos porque a mesma coisa não poderia acontecer em São Paulo. Há muita gente que trabalha ali, e as pessoas querem morar próximas ao escritório. A infraestrutura de ruas, cabos subterrâneos de energia e internet, hospitais, transporte, saneamento e escolas é excelente. Muita coisa que falta aos bairros da periferia sobra no Centro. Foi isso que atraiu nossa atenção.

Na época, praticamente não havia outras incorporadoras disputando terrenos conosco – o que já não é mais verdade hoje em dia. Nosso trabalho era convencer vários moradores a nos vender suas casas para que pudéssemos erguer um prédio na região. Fizemos lançamentos na Liberdade, no Arouche e em Santa Cecília. Hoje não falta capital para as empresas do setor imobiliário. O que falta são bons terrenos, a preços razoáveis, em áreas em que a prefeitura não imponha muitas restrições para construir.

Matéria tirada da Revista Exame.


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São Paulo – Um movimento que tem suas raízes na década de 1970 deve ganhar força no mercado imobiliário da cidade de São Paulo nos próximos anos. Bairros próximos ao centro, como o Brás, Pari e Bom Retiro, prometem chamar cada vez mais atenção de construtoras e incorporadoras para empreendimentos residenciais.

Com a escassez de terrenos em outras regiões da cidade, as alternativas agora começam a ser bairros de vocação industrial, onde os galpões sem uso podem dar lugar a espaços suficientemente grandes para a construção de imóveis residenciais. “A indústria começou a sair da cidade de São Paulo em meados da década de 1970 por uma série de motivos, que vão desde a dificuldade de entrar com carretas na cidade, até a poluição sonora que incomodava a população”, explica Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Sobraram então os galpões que abrigavam as grandes fábricas. Embora alguns deles sejam tombados e não possam ser demolidos, ainda sobram boas opções disponíveis para o mercado imobiliário.

Mas porque a região demorou para entrar definitivamente no radar das incorporadoras? Em primeiro lugar, porque esses bairros nunca tiveram perfil residencial e por isso não chamavam atenção das grandes empresas. “O empresariado não enxergava essas áreas como opção para crescer em habitação”, afirma Pompéia.

Outro ponto foi a degradação do Centro, que por muito tempo fez com que a região e as proximidades não fossem consideradas como opção de moradia pela população. Vale lembrar que o Centro abriga a Cracolândia, ponto de intenso consumo de drogas. Eduardo Machado, diretor de incorporações da PDG São Paulo, afirma que as políticas públicas anunciadas para a revitalização do Centro devem atrair cada vez mais moradores para a região. “Nas grandes cidades do mundo, como Nova York e Paris, os centros são regiões muito valorizadas. Em São Paulo há um atraso em relação a isso”, afirma. A PDG é umas das empresas que aposta nesse movimento imobiliário. Machado afirma que a velocidade de absorção dos lançamentos chega a ser até maior que em outros pontos da cidade. A empresa lançou em maio o edifício residencial Urbe. Das 216 unidades do prédio, hoje apenas três continuam disponíveis.

Outra empresa que resolveu apostar nessa tendência, olhando principalmente para os bairros próximos ao Centro, foi a Requadra Desenvolvimento Imobiliário, que está lançando duas torres residenciais no Brás, com um total de 440 apartamentos. “Atuamos há muito tempo no Centro de São Paulo e sabemos que há uma demanda forte na região. Nos bairros centrais, porém, há muita dificuldade de encontrar terreno disponível e com documentação em dia. Por isso, começamos a procurar locais próximos”, afirma Marcos França, diretor comercial da Requadra. O local onde ficarão as torres abrigava galpões industriais. Os apartamentos variam entre 28 metros quadrados e 50 metros quadrados e os preços, que ainda não são definitivos, devem ficar entre 135.000 reais e 310.000 reais. França concorda com a tendência de crescimento da região. “As incorporadoras estavam trabalhando primeiro em bairros mais óbvios”, afirma.

Além da demanda de quem trabalha na região, o mercado também pode esperar moradores que trabalham no Brás, Bom Retiro e Pari. “As opções residenciais da região são construções muito antigas, que em geral não têm nem vaga de garagem”, afirma França. Segundo a Associação de Lojistas do Brás (Alobrás), a região gera cerca de 150.000 empregos diretos e 300.000 indiretos. A circulação média diária é de 300.000 pessoas, com pico de 1 milhão.

Preços do Centro são competitivos

Embora a alta de preços também assole os novos pontos para empreendimentos residenciais, o valor do metro quadrado ainda está muito abaixo de locais tradicionais de São Paulo. “Como essa região ainda não foi descoberta, traz preços relativamente bons quando comparados com os de outros bairros”, afirma Pompéia, da Embraesp.

Enquanto o metro quadrado no Brás gira em torno de 4.300 reais, na região entre Ibirapuera e Vila Nova Conceição, o valor supera os 9.000 reais. A alta, porém, já é mais forte que no centro. Enquanto o metro quadrado de apartamentos na Sé caiu 4,9% em outubro ante setembro, o valor no Brás subiu 4,40% no mesmo período, segundo o índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados, como mostra a tabela abaixo.

Bairro Variação em outubro (sobre setembro) Variação em 2011
-4,90% 37,50%
Bom Retiro 2,50% 29,10%
Brás 4,40% 41,10%
Pari 5,90% 23,80%
São Paulo 1,90% 23,20%

Marcos França, da Requadra, acredita que a alta recentemente observada foi resultado de uma série de fatores do cenário econômico, como a maior oferta de crédito. “Essa valorização que vimos já passou. Os preços não devem continuar subindo no ritmo que vinham subindo”, afirma.

Em toda a região metropolitana de São Paulo, Pompéia estima que, se continuasse produzindo no ritmo atual, o mercado imobiliário ainda teria demanda forte por ao menos mais dez anos, mas ainda assim, os preços não devem continuar crescendo no mesmo ritmo. “Em 2012, podemos começar a ter uma acomodação de preços, que deve preceder a queda”, diz.

Perfil

A aposta é que o Centro e proximidades atrairão um público de pessoas solteiras ou casais jovens. As grandes famílias não devem ser maioria na região. “Observamos que os imóveis de um dormitório têm venda mais rápida do que outros”, afirma Machado, da PDG. As três unidades que ainda estão disponíveis do empreendimento Urbe, da empresa, são de dois dormitórios. “As opções de um dormitório foram vendidas primeiro”, afirma.

Retirada da Revista Exame


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