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Vai alugar? Quais os mais procurados.

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Conheça os tipos de imóveis mais procurados para aluguel

Com a maior dificuldade de acesso a crédito para a compra de um imóvel e a instabilidade geral do mercado, que provoca certa insegurança na população, a procura pela locação aumentou bastante no último ano.

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Aluguel. Um indicador fácil da economia

Aluguel de imóveis comerciais tem queda real de 18% em setembro

Já o preço venda caiu 11% em 12 meses, segundo pesquisa FipeZap.
No acumulado do ano, há queda de 7,05% nos preços de locação.

Os preços de venda e locação de imóveis comerciais seguiram em queda em setembro, segundo Índice FipeZap, divulgado nesta sexta-feira (21). Em 12 meses, os preços de locação e venda tiveram queda real (considerando a inflação) de 18,19% e 11,22%, respectivamente.

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O que anda aquecendo o Setor Imobiliário

Novos modelos de financiamento aquecem as vendas do setor imobiliário

A liberação de novos créditos pela Caixa Econômica
e a baixa dos preços dos imóveis indicam
bom momento para negociações

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O Imovél tem o preço certo?

Valor do Imóvel: o que faz o preço?

Você provavelmente deve imaginar, mas será que sabe ao certo quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel? Um dos princípios básicos para o corretor de imóveis é ter domínio da sua área de atuação e se manter atualizado acerca dos assuntos mais relevantes do mercado imobiliário. E claro, saber quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel é fundamental para a negociação com o cliente.

Ao comprar ou vender uma casa, apartamento ou outro empreendimento, é comum a discussão entre corretores de imóveis e clientes em torno do preço do imóvel. No Brasil, a compra de um imóvel é talvez o mais importante negócio que a pessoa fará durante a sua vida. Por isso, os cuidados com a solidez do imóvel, documentação, contratos e se o sonho é também um bom negócio devem ser realizados com o auxílio de um profissional especializado da corretagem imobiliária.

De acordo com pesquisa realizada pelo portal imobiliário ZAP, um dos portais que também é parceiro do Imobex, com a ajuda do consultor da área imobiliária Sylvio Lindenberg, foram apontados quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel, e uma simulação em percentuais do quanto cada fator pode ser responsável por influenciar na valorização de um imóvel. Sabemos que o preço de um imóvel pode variar muito dependendo de alguns itens importantes, por isso conheça os 10 principais fatores que influenciam no preço do imóvel.

Quais são os fatores que influenciam no preço do imóvel?

Localização do imóvel

O primeiro fator que mais tem influência no preço do imóvel é a localização, responsável por 25% do preço da casa ou apartamento. Segundo a pesquisa, os imóveis situados em uma área onde há hospitais, farmácias, bancos e supermercados acessíveis levam vantagem. As pessoas querem morar próximas a serviços e encontrar infraestrutura na região, por isso shoppings, estádios, ruas calmas e fácil acesso ao transporte público também possuem influência no preço do imóvel. A localização pesa muito em um imóvel, pois mesmo que o prédio seja velho, se estiver em frente ao mar ele vale mais.

Segurança do imóvel

O segundo fator que mais influencia no preço do imóvel é a segurança que ele oferece, que corresponde a 15% da valorização do imóvel. Segundo os dados divulgados, portão automático com rápida abertura, chaves de porta com segredo e elevador automatizado, que possui código por andar, são itens que atraem os moradores. Viver em um bairro seguro é o desejo da maioria das pessoas, que muitas vezes optam por morar em um apartamento ou condomínios fechados. Além disso, quanto maior for a infraestrutura que protege o empreendimento e seus moradores, mais valorizado ele será.

Vaga na garagem do imóvel

O terceiro fator que tem mais influência no preço do imóvel é ele possuir ao menos uma vaga na garagem, que contabiliza também 15% como influenciador no valor do imóvel. Por falta de lugar na rua e também em razão da segurança, possuir um local para estacionar o automóvel dentro do imóvel é levado muito em consideração. Contudo, a pesquisa aponta que ter apenas uma vaga, dependendo da localização do imóvel, às vezes pode depreciá-lo, por se comum que famílias tenham mais de um carro.

Área de lazer do imóvel

O quarto fator de influência no preço do imóvel é a área de lazer oferecida, responsável por 10% do preço da propriedade. Segundo a pesquisa, as incorporadoras estão apostando na diversidade de opções que envolvem a área de lazer, com empreendimentos que oferecem sala de cinema, brinquedoteca, salão de festa, área para praticar esporte, além de piscina e churrasqueira, que são atrativos que costumam chamar a atenção do comprador.

Elevador do imóvel

O quinto fator que pode influenciar no preço do imóvel são os elevadores, responsáveis por 9% do valor final do imóvel. De acordo com a pesquisa, elevadores são itens de grande relevância, e prédios que não os possuem fica naturalmente desvalorizados.

Face para o sol do imóvel

O sexto fator que influencia no preço do imóvel é a posição do imóvel em relação ao sol, que tem 7% de peso sobre o valor do imóvel. A iluminação natural oferece mais conforto para quem vive em um apartamento, principalmente, então as unidades que recebem a luz solar são mais valorizadas e vendem mais rapidamente. Em São Paulo, por exemplo, a melhor face para o imóvel estar direcionado é a norte, em que apartamentos com tal direção vendem mais rápido pela sua posição favorecida.

Andar do imóvel

O sétimo item que influencia no preço do imóvel é o andar em que um apartamento está localizado, que corresponde por 6% da valorização do mesmo. As unidades mais baixas são as menos procuradas, diz a pesquisa, e quanto mais alto é o andar de um apartamento, mais ele é valorizado, pois além da vista, a menor quantidade de ruídos vindos da rua faz com que os andares superiores sejam os preferidos dos moradores.

Varanda do imóvel

O oitavo fator de influência no preço do imóvel é se ele possui uma varanda, que valoriza o imóvel em 5%. Abrir a janela ou sair na varanda do apartamento e ter um vista privilegiada, como um parque ou uma praça, é um dos itens que pode valorizar o empreendimento.

Vista do imóvel

O nono item de influência no preço do imóvel é a sua vista, que possui relação com a existência de uma varanda, e representa 4% do preço da propriedade. De acordo com os dados, os imóveis em frente a parques, praças, praias e calçadão são bem valorizados.

Infraestrutura e tecnologia do imóvel

O décimo e último fator que tem mais influência no preço do imóvel é se ele é ajustado à tecnologia e disponibiliza cabo para televisão e wireless, que pode somar 4% do preço da propriedade. A automação residencial e predial já é uma necessidade e proporciona valor à propriedade.

Outros fatores que influenciam no preço do imóvel

Além dos 10 fatores que influenciam no preço do imóvel apontados acima, ainda há outros que podem influir na valorização ou não do imóvel. Alguns exemplos: Vizinhança do imóvel, principalmente para casas, se ficam localizadas ao lado de algum salão de festas ou empresa barulhenta ou com mau cheiro; Rua do imóvel, se é uma rua ou avenida movimentada pode não ser a primeira opção do cliente; Idade do imóvel, que pode ser um fator de redução do preço da casa ou apartamento, pois construções mais antigas tendem a ter mais problemas estruturais, elétricos, hidráulicos, etc; Planta e acessórios do imóvel, quantos dormitórios um imóvel possui e armários e móveis planejados também influem no valor do imóvel; Acabamento do imóvel, o tipo de piso, revestimento e pintura nas paredes, portas e janelas, etc causam boa impressão no imóvel e influenciam positivamente no valor do mesmo.

Retirado do site Imobex


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É a hora dos Imóveis?

Imóveis: Comprar, vender ou investir durante a Crise 2016

Quer sabe o que ninguém diz? Quer saber se o que os noticiários dizem ou encobrem?
Você tem que ler este artigo.


 Você vai aprender como avaliar o Mercado Imobiliário para saber se estamos vivendo um bom momento para comprar, vender ou investir em imóveis. Escrevi este artigo com o objetivo de mostrar como eu faço essa avaliação baseado em dados que você pode encontrar na própria internet. Qualquer pessoa, mesmo as mais leigas, podem observar dados macroeconômicos e do setor imobiliário para tirar suas próprias conclusões. Você não precisa, ou não deveria precisar, de ninguém para saber o que fazer com o seu imóvel e com o seu dinheiro.
Para escrever o artigo eu preciso utilizar um exemplo. Estamos no meio de uma das mais graves crises econômicas das últimas duas décadas. Não poderia existir momento melhor para observar como identificar um cenário desfavorável para o mercado, mas que acabará gerando grandes oportunidades de investimento.
É possível avaliar a saúde do mercado imobiliário através de alguns indicadores como o crédito, taxa de juros, taxa de desemprego, confiança do consumidor, rendimento real (renda menos inflação), taxas de inadimplência, PIB, etc. Vamos observar a situação de alguns destes indicadores para que possamos tirar nossas próprias conclusões. Sabendo onde estamos, e em qual direção estamos indo, fica mais fácil prever onde chegaremos. Você poderá utilizar o mesmo roteiro para fazer novas avaliações no futuro.

Dependência Crédito:

Antes de começar é importante entender por qual motivo a oferta de crédito afeta tanto o mercado imobiliário.

Vivemos em um país onde a maioria depende de crédito para comprar imóveis. De cada três imóveis vendidos no Brasil, dois utilizaram financiamentos (fonte). As pessoas não são educadas financeiramente, não planejam a vida financeira, não fazem planejamento de longo prazo para comprar bens como carros e imóveis sem dependerem tanto de empréstimos.

Foi diante dessa triste constatação que resolvi criar o Clube dos Poupadores em 2013. Após escrever e lançar livros digitais sobre comprar e investir em imóveis, percebi uma enorme deficiência das pessoas com relação a educação financeira.

Existe uma cultura de que o financiamento é a melhor forma de se comprar imóveis no Brasil. As pessoas não percebem que vivemos no país com uma das maiores taxas de juros do planeta. Entre 150 países, só perdemos para aqueles que estão em guerra, sofrendo embargos econômicos ou com a economia destruída por políticos populistas como é o caso a Ucrânia, Haiti, Irã, Venezuela, Argentina, etc (fonte). Quando olhamos os juros reais (com a inflação descontada) somos o campeão mundial com os maiores juros reais (fonte).

O Brasil é um dos piores países do mundo para quem precisa de dinheiro emprestado e um dos melhores para quem tem dinheiro para emprestar.

Os brasileiros não conseguem comprar imóveis se não existir crédito fácil e barato. Sem crédito, o mercado imobiliário fica paralisado, como está acontecendo agora. Isso prejudica quem precisa vender imóveis, prejudica quem precisa de crédito para comprar, mas cria uma janela de oportunidades para quem tem dinheiro disponível para investir durante a crise.

Não importa se existe déficit habitacional, não importa se as pessoas desejam comprar imóveis. Querer comprar é uma coisa bem diferente de poder comprar. A demanda está ficando reprimida pela falta de condições financeiras para comprar imóveis financiados.

Quem manda no mercado nos momentos de crise são aqueles investidores/consumidores que possuem dinheiro disponível para barganhar.

Taxa de Juros:

Juros elevados prejudicam o mercado imobiliário. Quem não tem dinheiro, e precisa de crédito para comprar o imóvel, fica desestimulado pela alta dos juros cobrados nos financiamentos. Em 2015 os bancos aumentaram os juros do crédito imobiliário diversas vezes (fonte) e isso deve continuar em 2016.

Quem tem dinheiro para comprar à vista, prefere deixar o dinheiro investido para aproveitar as elevadas taxas que rentabilizam a renda fixa (fonte). Muitos entendem o mercado imobiliário comoinvestimento de risco e isto eleva a busca por proteção na renda fixa. Quem tem imóvel alugado, costuma comparar a renda do aluguel com a renda que teria se o valor do imóvel estivesse investido em títulos públicos, LCI, LCA, CDB e até poupança. Veremos que o rendimento do aluguel está perdendo até para a Caderneta de Poupança em muitas regiões do país.

Tudo indica que em 2016 as taxas de juros continuarão elevadas devido aos problemas gerados pelo desequilíbrio nas contas públicas. A crise política continua impedindo qualquer tentativa de ajuste fiscal. O país continua controlado por um governo populista que gasta mais do que arrecada de forma irresponsável e sem nenhuma preocupação com as consequências dessa irresponsabilidade fiscal na economia. Isso resulta em mais inflação, mais crise de credibilidade, fuga de investimento, desvalorização do real, etc.

Por uma triste coincidência, o Brasil perdeu o grau de investimento no dia em que este artigo foi publicado. A Fitch foi a segunda grande agência de rating a retirar o grau de investimento do país. Isto é suficiente para que o mundo passe a enxergar o Brasil como uma país para investimentos especulativos. Isso deve estimular uma fuga de investidores e juros em patamares elevados para justificar o investimento em um país de grau especulativo.

Os juros só devem cair quando existirem perspectivas de melhorias no cenário político e econômico. A crise política pode até ser resolvida em 2016, mas também pode se arrastar até as próximas eleições. É difícil prever as consequências do cenário político e econômico paralisado até 2018.

O gráfico abaixo mostra o início do ciclo de alta dos juros (taxa Selic) que começou em 2013 e que ainda não deu sinais de que chegou ao fim. Obs: Grande parte dos gráficos deste artigo foram gerados através de sites estrangeiros que fornecem dados macroeconômicos do mundo todo como este site e este outro site.

Taxa de Desemprego:

Mais grave do que o aumento do desemprego, é a falta de segurança no emprego. Quando as pessoas começam a observar amigos e parentes sendo demitidos, elas adiam compras, reduzem o consumo e evitam novas dívidas. O medo de ser a próxima vítima da crise acaba se espalhando e influenciando as decisões das famílias. Os bancos também ficam mais exigentes quando existem perspectivas negativas sobre o emprego.

O desemprego faz a demanda por imóveis cair quando:

  1. Cresce o número de famílias com a renda reduzida devido ao desemprego. Ficam incapazes de comprar imóveis;
  2. Cresce o número de famílias com medo de comprar imóveis gerado pela expectativa de serem atingidas pelo desemprego;
  3. Os bancos fazem mais exigências para a aprovação de crédito devido ao aumento nas taxas de desemprego.

O desemprego faz a oferta de imóveis aumentar quando:

  1. Famílias atingidas pelo desemprego fazem distrato da compra de imóveis na planta. Isso eleva os estoques das incorporadoras;
  2. Quando a renda total da família é atingida pelo desemprego inviabilizando o pagamento das prestações do financiamento. Isso acaba gerando inadimplência, que pode resultar em imóveis tomados e leiloados pelos bancos.
  3. Quando o desempregado resolve vender o próprio imóvel para comprar um imóvel menor (ficando com a diferença) ou quando possui dois ou mais imóveis e resolve se desfazer dos mesmos para equilibrar as contas.

O gráfico abaixo mostra a taxa de desemprego do país nos últimos 10 anos. É fácil perceber o forte aumento do desemprego desde o final de 2014.

Confiança do Consumidor

A CNI mede as expectativas e confiança do consumidor (fonte). O gráfico abaixo mostra o comportamento do índice nos últimos 10 anos. Fica bem evidente a queda na confiança do consumidor desde o inicio de 2013. Menos confiantes, as pessoas compram menos e assumem menos dívidas, gerando desaquecimento no Mercado Imobiliário e em toda a economia.

Inflação

A inflação faz a renda das famílias perder o poder de compra. Não adianta ganhar mais se o dinheiro não consegue comprar as mesmas coisas que podia comprar antes. Quando grande parte da renda fica nos supermercados (devido ao constante aumento de preços), sobra menos para assumir as prestações de um financiamento imobiliário. Também sobra pouco para poupar e investir com o objetivo de comprar um imóvel no futuro. O gráfico abaixo mostra que nos últimos 10 anos a inflação flutuou entre o centro da meta (4,5%) e o teto da meta (6,5% ao ano) com uma tendência de alta irresponsável. Em 2015 a inflação disparou. Nada é mais desastroso para as finanças pessoais das famílias e para a economia de um país do que uma inflação fora de controle.

O próximo gráfico é o mesmo gráfico acima, só que troquei as barras por um gráfico de linha para mostrar que existia uma tendência de alta da inflação nos últimos 10 anos. Muitos acreditam que o atual governo foi irresponsável com relação ao controle da inflação. Quando o governo gasta mais do que arrecada a inflação funciona como um confisco, veja aqui.

O gráfico abaixo mostra que a valorização dos imóveis em 2015 foi menor do que a alta da inflação. Isto significa que os imóveis perderam valor real. É importante lembrar que o índice FIPEZAP é gerado com base no preço anunciado dos imóveis. Ele não considera os grandes descontos que as incorporadoras, imobiliárias e proprietários de imóveis estão oferecendo durante a negociação e fechamento dos negócios (fonte). Observe, no gráfico abaixo, a forte queda na valorização dos imóveis desde 2011. Veja que a inflação é maior que a valorização dos imóveis desde o final de 2014.

Crescimento da Economia:

Tudo indica que estamos deixando uma fase de recessão econômica para uma depressão econômica. É assim que a economia brasileira está sendo vista por investidores estrangeiros (fonte). A pesquisa que o Banco Central faz entre os economistas das 100 principais instituições financeiras do país (Boletim Focus) mostra que o PIB deve fechar o ano de 2015 com queda de 3,62%. Isto significa uma queda na produção de riquezas em todo país e indica uma desaceleração da economia. Este será o pior resultado das últimas décadas (fonte).

Observe o gráfico abaixo e perceba que a economia está desacelerando desde o primeiro trimestre de 2014. É fácil observar no gráfico que nada parecido aconteceu no país nas últimas décadas. O padrão observado no gráfico é que todo trimestre de PIB negativo é acompanhado de um trimestre com algum nível de recuperação. Para 2016, a previsão otimista é de queda de 2,67%. Um período prolongado de recessão pode ser encarado como o início de uma depressão que pode durar vários anos, caso nada aconteça para mudar nossa trajetória rumo ao fundo do poço. Alguns economistas já acreditam que a recuperação só chegará em 2020 (fonte).

O preço dos imóveis em 2016

A queda real no preço dos imóveis marcou o ano de 2015 (fonte) e tudo indica que continuará acontecendo em 2016. A inflação continua muito elevada e parece longe de ser controlada. O fato é que a inflação fará o trabalho de baixar o preço dos imóveis corrigindo as distorções produzidas nos últimos anos. Já existem previsões de que em 2016 os preços dos imóveis serão equivalentes ao que eram em 2011 (fonte).

O gráfico abaixo faz parte de uma pesquisa da FIPE realizada entre pessoas que pretendem comprar imóveis (fonte).

Observe no gráfico acima que apenas 15% acredita em valorização dos imóveis em 2016. A maioria, mais de 60%, acredita que os preços vão continuar caindo nos próximos 12 meses. Como vimos até aqui, não existem condições favoráveis para valorização passiva dos imóveis em um ambiente recessivo que gera queda na demanda e aumento da oferta. A crise força muitas famílias a se desfazerem dos seus imóveis por necessidade, sem falar no impacto do aumento no número de distratos e imóveis retomados pelos bancos por inadimplência.

O gráfico acima mostra que 66% das pessoas acreditam que os imóveis vão valorizar menos que a inflação (linha cinza) ou de acordo com a inflação (azul claro) nos próximos 10 anos. Apenas 34% (azul escuro) acredita que os imóveis vão valorizar acima da inflação na próxima década.

Distorções no preço dos imóveis:

A forma como o governo interveio no Mercado Imobiliário nos últimos anos, acabou gerando distorções nos preços dos imóveis. O governo forçou a queda dos juros (Taxa Selic) mesmo com a inflação próxima do teto da meta entre 2012 e 2013. O governo chegou a congelar preços administrados para “maquiar” a inflação e justificar os juros baixos. Por meio de estímulos, subsídios e intervenções no mercado de crédito imobiliário, via bancos públicos, o governo expandiu a oferta de crédito em patamares acima da capacidade do mercado atender a demanda.

Em um curto espaço de tempo, todos podiam comprar imóveis, sendo que não existiam imóveis disponíveis para todos. Isso criou uma inflação de demanda no mercado imobiliário, ou seja, os preços aumentaram por que a oferta de imóveis disponíveis à venda não conseguiu acompanhar o aumento da demanda.

O gráfico abaixo mostra a quantidade de imóveis financiados pela Caixa entre 1974 e 2013. Grande parte dos imóveis financiados nos últimos anos não existiam, ou seja, eram imóveis vendidos na planta por preços elevados. Muitos destes imóveis ainda não foram entregues e as obras devem enfrentar dificuldades com o agravamento da crise.

Esse descompasso entre oferta e demanda gerou um forte aumento de preços nos imóveis de todo país. Se antes as pessoas não tinham crédito para comprar imóveis financiados, agora elas tinham o crédito, mas não tinham salário suficiente para assumir prestações tão elevadas.

Vamos imaginar um imóvel em São Paulo que custava R$ 200 mil em 2008. Com base no índice FIPEZAP, que mede a variação dos preços dos imóveis anunciados, este imóvel estaria custando R$ 649.586,77 em 2015. Isso representa a enorme distorção geradas pelas decisões do governo sobre o mercado imobiliário.

Através deste simulador aqui, é possível verificar que se o preço do imóvel fosse corrigido pela inflação, ele deveria custar R$ 327.672,12 em novembro de 2015. A inflação acumulada e medida pelo IPCA foi de 63,83% neste período. Se o valor deste imóvel fosse corrigido pelo CDI(100% da taxa DI) seu preço seria equivalente a R$ 392.623,26 (alta de 96,31%).

O Banco Central possui um indicador chamado IVG-R (Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados). Ele mede a variação de preços de imóveis residenciais que foram utilizados pelos bancos como garantia de financiamentos. Observe no gráfico que entre 2001 e 2015 os imóveis ficaram 5 vezes mais caros ou 543,4% de valorização (fonte).

É claro que imóveis estão sujeitos a desvalorização ou valorização. Imóveis podem valorizar quando recebem benfeitorias ou quando a região onde está localizado recebe investimentos públicos ou privados que justifiquem um aumento da demanda e, por consequência, um aumento nos preços.

Preço Alugueis em Queda:

Os preços dos novos aluguéis estão em queda. Quem investe em imóveis para locação, gosta de acreditar na ideia de que a renda dos aluguéis garante um retorno protegido da inflação, já que os contratos são corrigidos pelo IGP-M. O problema é que essa regra não funciona bem em momentos de crise. A queda generalizada do preço dos aluguéis estimula o inquilino a não renovar o contrato de locação. Para manter o cliente, os proprietários precisam negociar descontos e isto representa queda na renda.

No final de 2015 o índice FIPE, que mede a variação de preços dos aluguéis, acumula queda nominal de 3,23% em 12 meses. Já a inflação medida pelo IPCA acumula 10,48% em 12 meses. Isto significa que o proprietário de imóvel alugado está perdendo, além da inflação, mais 3,23% em 12 meses. Somando inflação mais a queda nominal dos preços, a perda real total dos proprietários é de 14,05% em 12 meses (fonte).

No final de 2015 o retorno médio dos investidores/proprietários que possuem imóveis alugados foi de 4,6% ao ano, a menor desde 2008, quando começou a ser feita a pesquisa FIPEZAP. Hoje poupança rende 7,5% ao ano, investimentos que pagam 100% do CDI rendem 14,14% brutos ao ano e a inflação está acima de 2 dígitos.

Conclusão:

O mercado imobiliário brasileiro é enorme. Cada cidade e cada bairro possui uma realidade totalmente diferente da outra. Muitas vezes, dentro do mesmo bairro, existem endereços promissões onde a demanda por imóveis continua grande, os imóveis continuam valorizando e os proprietários continuam obtendo lucros com os aluguéis.

Antes da crise, todo imóvel ruim e mal localizado parecia ser um bom negócio. Durante a crise, imóvel bom é imóvel bom e imóvel ruim é imóvel ruim. O mercado está recebendo um choque de realidade e as distorções estão sendo corrigidas. As pessoas estão voltando a avaliar os imóveis de maneira mais racional, observando os fundamentos que justifiquem seus preços.

Se você pretende comprar um imóvel, este é o momento de monitorar o comportamento dos preços na região onde você pretende comprar. É o momento de conversar com os proprietários, observar se negócios estão sendo fechados, se os preços na sua região estão estáveis, em queda ou subindo. Prepare-se para fazer propostas e negociar preços. Não fique apegado ao primeiro imóvel que visitar. Deixe a emoção de lado, imóveis devem ser comprados através da razão. Hoje, existem muitas opções para serem visitadas e muitos proprietários a negociar.

Se você pretende comprar um imóvel para investir, faça uma avaliação criteriosa e acompanhe as ofertas do mercado com paciência.  Nem sempre os bons imóveis aparecem anunciados no site das corretoras ou nos sites da internet. Visite prédios residenciais e comerciais do seu interesse e verifique se existem oportunidades não anunciadas. Não invista em imóveis esperando uma valorização passiva, a não ser que você tenha acesso a informações privilegiadas, não identificadas pelo mercado local, sobre uma valorização nas ruas ou no bairro onde pretende investir. Prefira investir em imóveis onde você tem o controle sobre sua valorização. É o caso de comprar um imóvel bem localizado, mas que está deteriorado. Reformas e a transformação de imóveis residenciais em imóveis comerciais continuam sendo fonte de elevados lucros para muitos investidores.

Se você pretende vender um imóvel, saiba que este não é o melhor momento para isso. Se você está precisando do dinheiro, está passando por uma situação difícil, precisa quitar dívidas ou precisa do dinheiro para abrir um negócio, não existe escolha a não ser aceitar o que o mercado está oferecendo. Já se você tem o imóvel, mas não está precisando dele, mantenha o imóvel como uma reserva para tragedias econômicas. É importante manter uma parte do seu patrimônio em bens físicos fora do sistema financeiro. Terrenos, imóveis, ouro e até obras de arte são muito utilizados para esta finalidade.

Por último, eu não posso opinar sobre o que você deve fazer com o seu imóvel específico. Eu não conheço o seu imóvel, não conheço a região onde o  mesmo está localizado, não conheço sua situação financeira, seu passado, seu presente e os seus planos para o futuro. Por este motivo eu não posso opinar sobre situações específicas. Recomendo que você procure criar o hábito de avaliar cenários, buscar conhecimento e informações para tomar suas próprias decisões. Acompanhar os dados da economia e monitorar o mercado imobiliário da sua região será um bom começo.

Fique atento e esteja preparado para as oportunidades que podem surgir quando a crise atingir os seus momentos mais críticos.

Retirado do site Clube dos Poupadores


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2016-01-18a

Hey Investidores!?!? Vocês estão perdendo oportunidades

Com restrições para comprar imóvel, busca por aluguel cresce

Chave na porta com chaveiro em formato de casa

São Paulo – Com o aumento das restrições para financiamento de imóveis, a busca por aluguéis no Brasil aumentou 32%, de acordo com pesquisa realizada pelo portal imobiliário VivaReal, que recebe mais de 10 milhões de visitas por mês.

Esse crescimento foi verificado entre os meses de maio – quando foram anunciados os novos limites para financiamentos de imóveis usados pela Caixa – e setembro deste ano.

O aumento na demanda por aluguel foi ainda maior em Santa Catarina, onde a busca cresceu 60% de maio a setembro. As cidades de Florianópolis e Joinville foram as principais responsáveis pelo resultado.

Em Florianópolis, por exemplo, o aumento na busca por aluguéis foi de mais de 70% e, ainda que o centro seja uma das regiões mais procuradas da cidade, os bairros Jurerê, Lagoa, Ponta das Canas registraram o maior aumento na demanda por aluguel. Fora da região das praias, Saco dos Limões, um bairro tradicional de Florianópolis também teve um grande aumento na busca por locação.

Com restrições para comprar imóvel, busca por aluguel cresce

Chave na porta com chaveiro em formato de casa

São Paulo – Com o aumento das restrições para financiamento de imóveis, a busca por aluguéis no Brasil aumentou 32%, de acordo com pesquisa realizada pelo portal imobiliário VivaReal, que recebe mais de 10 milhões de visitas por mês.

Esse crescimento foi verificado entre os meses de maio – quando foram anunciados os novos limites para financiamentos de imóveis usados pela Caixa – e setembro deste ano.

O aumento na demanda por aluguel foi ainda maior em Santa Catarina, onde a busca cresceu 60% de maio a setembro. As cidades de Florianópolis e Joinville foram as principais responsáveis pelo resultado.

Em Florianópolis, por exemplo, o aumento na busca por aluguéis foi de mais de 70% e, ainda que o centro seja uma das regiões mais procuradas da cidade, os bairros Jurerê, Lagoa, Ponta das Canas registraram o maior aumento na demanda por aluguel. Fora da região das praias, Saco dos Limões, um bairro tradicional de Florianópolis também teve um grande aumento na busca por locação.

São Paulo também apresentou uma elevação na demanda por aluguel superior à média nacional: no estado, a busca por aluguel subiu 35% de maio a setembro. Apenas na capital, o aumento foi de mais de 25%, sendo as zonas leste e norte as regiões que tiveram os maiores aumentos. A região central da cidade, no entanto, é a que registra a maior procura por aluguel.

Ao observar os dados nacionais, as regiões Sul e Sudeste do país registraram a maior elevação na demanda por aluguel entre maio e setembro, de 11%. Já a região Norte não apresentou alterações na busca por aluguéis.

Lucas Vargas, vice-presidente executivo do VivaReal afirma que, com as mudanças constantes nas regras de financiamento, o brasileiro vê no aluguel uma solução de moradia a curto prazo enquanto tenta entender o cenário do mercado imobiliário. “Ao assinar um contrato de dois anos e meio ele pode observar melhor o mercado até se sentir seguro para a compra”, comenta.

Restrições nos financiamentos

Em abril deste ano, a Caixa anunciou a redução nos limites de financiamento de imóveis usados pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), no qual o valor amortizado é constante, mas as prestações são decrescentes, pois os juros pagos nas parcelas iniciais são maiores e diminuem ao longo do tempo.

Assim, a partir de maio, nas operações que usam recursos da poupança, que são aquelas que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), o limite de financiamento pela Caixa passou de 80% para 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 70% para 40% para financiamentos pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O SFH engloba financiamentos de até 750 mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal, e de até 650 mil reais nos outros estados. Os demais financiamentos são feitos dentro do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

A Caixa também já havia reduzido de 90% para 80% o limite do financiamento para imóveis em geral e anunciado duas rodadas de elevações nas taxas de jurosdos financiamentos, em janeiro e abril. Em agosto, o banco também anunciou que não concederá mais crédito imobiliário a clientes que já possuam algum financiamento na Caixa que utilize recursos do SBPE,

Neste mês, a Caixa anunciou ainda uma terceira rodada de elevações nas taxas de juros, que passa a valer a partir do dia 1º de outubro, próxima quarta-feira.

Assim como a Caixa, o Banco do Brasil e os bancos privados também anunciaram elevações das taxas neste ano e o Itaú, inclusive, também reduziu a cota máxima de financiamento de 80% para 70% do valor do imóvel.

Fonte: Exame.com – Por Priscila Yazbek

. Apenas na capital, o aumento foi de mais de 25%, sendo as zonas leste e norte as regiões que tiveram os maiores aumentos. A região central da cidade, no entanto, é a que registra a maior procura por aluguel.

Ao observar os dados nacionais, as regiões Sul e Sudeste do país registraram a maior elevação na demanda por aluguel entre maio e setembro, de 11%. Já a região Norte não apresentou alterações na busca por aluguéis.

Lucas Vargas, vice-presidente executivo do VivaReal afirma que, com as mudanças constantes nas regras de financiamento, o brasileiro vê no aluguel uma solução de moradia a curto prazo enquanto tenta entender o cenário do mercado imobiliário. “Ao assinar um contrato de dois anos e meio ele pode observar melhor o mercado até se sentir seguro para a compra”, comenta.

Restrições nos financiamentos

Em abril deste ano, a Caixa anunciou a redução nos limites de financiamento de imóveis usados pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), no qual o valor amortizado é constante, mas as prestações são decrescentes, pois os juros pagos nas parcelas iniciais são maiores e diminuem ao longo do tempo.

Assim, a partir de maio, nas operações que usam recursos da poupança, que são aquelas que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), o limite de financiamento pela Caixa passou de 80% para 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 70% para 40% para financiamentos pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O SFH engloba financiamentos de até 750 mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal, e de até 650 mil reais nos outros estados. Os demais financiamentos são feitos dentro do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

A Caixa também já havia reduzido de 90% para 80% o limite do financiamento para imóveis em geral e anunciado duas rodadas de elevações nas taxas de jurosdos financiamentos, em janeiro e abril. Em agosto, o banco também anunciou que não concederá mais crédito imobiliário a clientes que já possuam algum financiamento na Caixa que utilize recursos do SBPE,

Neste mês, a Caixa anunciou ainda uma terceira rodada de elevações nas taxas de juros, que passa a valer a partir do dia 1º de outubro, próxima quarta-feira.

Assim como a Caixa, o Banco do Brasil e os bancos privados também anunciaram elevações das taxas neste ano e o Itaú, inclusive, também reduziu a cota máxima de financiamento de 80% para 70% do valor do imóvel.

Fonte: Exame.com – Por Priscila Yazbek

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Investir em imóveis pode ser boa saída para períodos de crise

 Investir em imóveis pode ser boa saída para períodos de criseFoto: DivulgaçãoInvestir em imóveis pode ser boa saída para períodos de crise

A instabilidade do dólar, a inflação e a oscilação do mercado financeiro têm feito com que muitos brasileiros fiquem mais receosos quanto a grandes investimentos. O cenário econômico e político do país tem afastado o capital estrangeiro e chegou até mesmo a reduzir a nota do Brasil como um bom pagador de seus débitos, algo que pode levar a aumentar o tempo necessário para trazer a credibilidade necessária ao país.

No entanto, mesmo com a inflação mais alta e uma taxa de juros elevada, o investimento em imóveis ainda pode ser um dos melhores negócios a se fazer no Brasil, já que o país mantém uma perspectiva de crescimento para os próximos anos.

Até mesmo nos cenários mais pessimistas, a aplicação em bens imobiliários continua como uma das opções mais seguras e atraentes para se fazer investimentos.

Mercado desacelerado
Este momento é bom para as pessoas que sabem aproveitar oportunidades, principalmente para aqueles que já possuem uma quantia significativa guardada. Com o medo de que os empreendimentos fiquem encalhados, muitas construtoras desaceleraram suas obras, diminuindo gradativamente a oferta de novos apartamentos e casas novas, criando as condições ideais para que os imóveis já prontos ou em vias de término possam ser negociados por preços mais baixos.

No entanto, para os próximos anos, com a recuperação da economia e com o número menor de imóveis à venda disponíveis, os empreendimentos que receberem investimento agora deverão receber uma valorização seguindo a tendência da oferta e da procura, chegando a valer mais do que o valor de mercado atual.

Como investir
Apesar de ser indicado como um campo fértil para investimento, é necessário seguir alguns cuidados para garantir que o seu dinheiro será bem aplicado e irá render bons frutos no mercado imobiliário.

O primeiro passo é estar atualizado sobre os novos empreendimentos. Busque sair da sua área mais confortável, ou seja, procure mais informações em outras fontes, inclusive sobre outras regiões e estados.

Muitas vezes a sua ideia sobre alguma zona de determinada cidade já pode estar ultrapassada ou com os dias contados, pois é sempre necessário pensar a médio e longo prazo.

Se a sua ideia for especificamente o investimento a longo prazo, uma das maiores garantias de valorização são os terrenos, principalmente os de entorno das grandes capitais. Essa forma de aplicação é conhecida como um bom gerador de riquezas porque muitas vezes essas áreas são pouco conhecidas e, com o passar do tempo e o crescimento das grandes cidades, elas acabam sendo buscadas por empresas e famílias que desejam viver fora dos grandes centros urbanos.

Um bom exemplo disso é a cidade de Cotia, no estado de São Paulo. Enquanto nos anos 1980 e 1990 a cidade era pouco conhecida, hoje em dia se tornou um grande polo de condomínios de alto padrão. Veja mais dicas aqui.

Imóveis usados ou na planta?
Um outro fator precisa ser acertado antes de fazer o investimento é: vale mais a pena comprar um imóvel usado ou um empreendimento novo ainda na planta?

Um imóvel na planta costuma ter um valor 40% menor do que um imóvel pronto, por isso muitos investidores buscam essa estratégia, podendo revender o por um preço mais alto quando construído – ou até mesmo colocar para locação.

Para que seja rentável, no entanto, é preciso estar muito seguro quanto à localização do imóvel para garantir sua valorização. Também é indicado encontrar uma incorporadora de confiança e credibilidade.

Para quem pensa em investir em imóveis usados o ideal é saber identificar quais são as boas oportunidades. Normalmente é necessário fazer uma reforma para dar um novo ar ao ambiente, rendendo uma valorização maior para a hora de vender o imóvel.

É muito importante consultar o histórico do local e levar um especialista para avaliar a casa, o apartamento ou o escritório, de modo a analisar quais são as mudanças necessárias para torná-lo mais atrativo para o mercado imobiliário.

Há também um mercado muito atraente de locação de imóveis para negócios, como lojas e consultórios, que pode render lucros ainda maiores do que o aluguel de uma casa para moradia, por exemplo.

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