Arquivo da categoria: Ponto de vista

O que está acontecendo com o setor Imobiliário

Bom sinais

Apesar de que o que vemos na mídia seja um ambiente conturbado, os sinais do ramo imobiliário são muito promissores. E as empresas estão confiando neste sinais positivos.

(11) 99409-4560

Nick Rodrigues Corretor Imobiliário

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Perspectiva animadora para 2018

Sinais de recuperação: mercado imobiliário tem perspectiva animadora para 2018

Presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias prevê ano melhor, na esteira de sinais animadores em 2017

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Agora um ano inteiro de oportunidades

Quais as perspectivas para o mercado imobiliário 2018?

Previsão é de crescimento e fortalecimento do setor

 

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Você comprará seu Imóvel agora. Ou . . .?

Juros em queda e preços em recuperação: a hora de investir em imóveis é agora

Um olhar sobre as diferentes fontes de dados do mercado imobiliário mostra que uma retomada foi iniciada e que a hora de aproveitar a nova onda do setor é agora

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Por que os espaços diminuíram tanto?

seu imóvel com conforto e segurança.
Com experiência no mercado imobiliário, posso ajudar você a adquirir seu imóvel com conforto e segurança.

Tendência é valorizar áreas comuns e pagar pelo uso

Investir em apartamentos ainda mais compactos foi a saída encontrada pelo mercado imobiliário para oferecer moradia acessível e a melhor localização possível.

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Com imóvel se ganha dinheiro mesmo sem vendê-lo

Formas de fazer dinheiro com seu imóvel sem precisar vendê-lo

Crédito para imóvel dado como garantia pode ser usado livremente para qualquer tipo de investimento imobiliário

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Basta começar a melhorar para o preço subir

Bancos reduzem juros do crédito imobiliário

Taxas cobradas pela Caixa deixaram de ser as mais baixas do mercado

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Analisando o momento

Fipezap: valor dos imóveis residenciais recua 0,15% em junho

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

 

 

O preço dos imóveis residenciais no País caiu 0,15% em junho na comparação com maio.

 

 

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Poucos falam. Mas ele existe e pode complicar a compra

Justiça derruba cálculo de ITBI com base em pesquisa de mercado

Compradores de imóveis têm conseguido, na Justiça, mudar o critério da Prefeitura de São Paulo para calcular o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

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Qual a temperatura do Mercado Imobiliário?

Panorama do mercado imobiliário em 2017-2018

Apesar da crise no país, setor continua investindo em tecnologia e Marketing para estimular as vendas.

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E você achando que guardando o dinheiro está ganhando. Perdeu.

Veja quanto rendem R$ 5 mil com a Selic em 10,25% ao ano

Vaso com moedas e planta crescendo: investimento, poupança

 

São Paulo – O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu, nesta quarta-feira (31), diminuir a taxa básica de juros da economia em 1 ponto porcentual. Com o corte, a Selic passou de 11,25% para 10,25% ao ano.

Facilmente você consegue um desconto de 10% numa compra de imóvel à vista.

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O Brasileiro já acredita no crédito, novamente

Mesmo com crise, Caixa prevê expansão do financiamento em habitação em 2017

A Caixa foi a empresa mais citada na categoria “Financiamento imobiliário” por paulistanos das classes A e B ouvidos pelo Datafolha. A marca teve 29% das menções.

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Crise! Quem provocou a crise imobiliária?

Bolha imobiliária: como as histórias de investidores provocaram a crise

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A retomada de preços já começou!!!

Segundo estimativa, projeção de crescimento no mercado imobiliário é de 5% a 10% em 2017

De acordo com o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a projeção de vendas e lançamentos do mercado imobiliário residencial em 2017 deve crescer entre 5% e 10%. O anúncio foi realizado pelo presidente da entidade, que afirmou que “estamos no fim de um ciclo de baixa e iniciando um ciclo de recuperação”

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Só não vê a oportunidade quem depende de informações enganosas

QUEDA DOS JUROS FACILITA A VIDA DE QUEM BUSCA INVESTIR NO SETOR IMOBILIÁRIO

Redução da taxa Selic para 12,25% anunciada pelo Copom é positiva para o mercado imobiliário, pois estimula empresas do setor a lançarem novos empreendimentos e consumidores a voltarem a investir no sonho da casa própria

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Deixar aplicado ou comprar agora?

Compensa comprar imóvel à vista ou financiar e deixar o dinheiro render?

Financiar para locar não vale a pena, mas qual a forma mais vantajosa de adquirir um imóvel?

SÃO PAULO – Comprar um imóvel à vista, com desconto, é sempre uma vantagem em relação ao financiamento? Depende da rentabilidade de seus investimentos

 

Conforme explica Antonio Brown, Agente de Investimentos na Xcare Investimentos.

No momento atual, provavelmente o desconto para a compra à vista é a melhor opção.

Para conseguir que os rendimentos de uma aplicação compensem as taxas de financiamento de um imóvel, é preciso cuidado e precisão nos cálculos realizados.

“Se estivermos pensando em comprar um imóvel de 500 mil à vista, levando em consideração a taxa de desconto do mercado imobiliário atualmente, o ideal seria conseguir um desconto de 20% a 30% do valor do imóvel”, explica Antonio. Isso para garantir que sobrasse dinheiro para pagar as taxas, iniciar a decoração inicial e realizar algum investimento para reservas futuras.

Considerando um mercado imobiliário que veio de um período de recessão e começa a se recuperar só agora, esse desconto é provável ao menos durante este semestre.

No caso de um financiamento, dependendo da renda familiar dos compradores, a Caixa Econômica Federal está trabalhando com taxas Balcão de 8,85% ao ano mais Taxa Referencial (TR), conforme simulado pela tarifa Balcão Pró-Cotista.

Dentro do exemplo do imóvel de R$ 500 mil, a entrada seria de 100 mil e o financiamento de 400 mil, com parcelas iniciais em torno de R$ 4000 mensais.

“Sabemos que ao final do financiamento pagaríamos o dobro do valor do imóvel. Logo, teríamos que encontrar aplicações financeiras que rendessem bem mais que o valor da taxa de financiamento”, explica o Agente de Investimentos.

Ele tomou como exemplo produtos financeiros que sigam o CDI, hoje com rendimento em torno de 13% ao ano, mas passando por movimento de queda – a estimativa é de 10% ao ano no fim de 2017. “Numa aplicação que seguisse 100% CDI e com liquidez, conseguiríamos por ano, uma rentabilidade média de 40 mil reais por ano. Não pagaria na totalidade nosso financiamento anual”, alerta.

Um investimento conservador, portanto, “já não conseguiria ser tão mais vantajoso e renderia bem próximo ao valor das taxas de financiamento”.

A alternativa ideal, de acordo com Antonio, seria um retorno do CDI (aplicação conservadora) entre 5% a 7% a mais que o valor da taxa de financiamento, pois “com o rendimento adquirido anualmente, as parcelas seriam pagas e o comprador ganharia com a valorização do imóvel e do seu capital investido no longo prazo”.

Portanto, a conclusão de Brown é que no momento atual o ideal para um perfil conservador de investidor seria realmente comprar um imóvel à vista com desconto considerável. “Com a eminente queda dos juros e da inflação, preferiria, caso conseguisse um excelente desconto no pagamento à vista, adquirir um imóvel à vista”, explica.

“Senão, outra alternativa é ser mais arrojado na sua carteira de investimentos, em virtude da mudança de cenário que se desenha, e junto com seu assessor de investimentos possa fazer com que o capital investido consiga, através de seu rendimento, pagar as parcelas do financiamento adquirido”, acrescenta.

RETIRADO da InfoMoney


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O que a crise fez com a cabeça do Brasileiro

A casa própria não é mais o sonho do brasileiro? Entenda as mudanças do mercado imobiliário

CEO da empresa que criou o “seguro fiança grátis” comenta o momento e as perspectivas para o Brasil neste mercado

SÃO PAULO – Para muitos brasileiros que vivem de aluguel, esta deixou de ser a única opção e passou a ser uma escolha puramente matemática. Para Gabriel Braga, CEO e co-fundador da Quinto Andar, realmente vivemos no país um momento em que vale mais, financeiramente, a pena alugar do que comprar um imóvel. 

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O Corretor é insistente ou chato?

Mas afinal, o que é Relacionamento com Clientes?

Você se relaciona com seu cliente espontaneamente? E o que isso significa para você?

Você já deve ter ouvido a frase: “Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece”.

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Quem participa, já está otimista

Pesquisa aponta otimismo no mercado imobiliário

Maioria dos entrevistados acredita que o ano será positivo para adquirir a tão sonhada casa própria

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O medo do financiamento já era

Bancos estão mais flexíveis quanto a dívidas de financiamento imobiliário

Falta de negociação oferece riscos como perda do imóvel

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Nov e Dez preparam 2.017

Desaceleração da inflação anima mercado imobiliário

Os sinais de aquecimento e melhora da economia animam as construtoras, de acordo com Geraldo Abud Rossi, diretor da BLU Urban Thinking, empresa de desenvolvimento imobiliário, no Novo Campeche, em Florianópolis.  2016 foi um ano de cautela em vários setores, inclusive o imobiliário. Muitas construtoras optaram em não trazer nenhum lançamento ao mercado, visto que o consumidor estava mais retraído.

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E os preços aumentam novamente

Recuperação do mercado imobiliário permite aumento nas vendas de apartamentos e melhora a confiança no setor

O segmento imobiliário vem passando por uma recessão nos últimos anos, mas tem mostrado sinais de recuperação nos últimos meses, com alta de unidades vendidas em agosto de 2016 e um maior número de lançamentos.

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Benefícios financeiros alavancam preços

FGTS em R$ 750 mil turbina valorização dos imóveis

Quando o governo federal anunciou uma medida há muito tempo esperada pelo setor imobiliário: elevação do teto para compra de imóveis financiamentos pelo SFH com uso do FGTS para R$ 750 mil reais (o teto era de R$ 500 mil reais até então) quem entende, sabe que aumenta a procura, mas também incentiva o aumento do valor final com a melhora da expectativa de compra.

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Região central: Completo e Funcional

O Brás tem mobilidade e infraestrutura para a praticidade dos moradores

Antes de comprar um imóvel, as pessoas pesquisam bastante as regiões onde o mercado imobiliário esteja mais presente.

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Crise. Momento para crescimento.

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Crise financeira: 4 lições que o mercado imobiliário deve tirar desse momento

Ao mesmo tempo em que a crise financeira traz dificuldades e incertezas, também serve como ensinamento. 

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Justifique a compra do seu Imóvel

5 razões comuns pelas quais as pessoas compram imóveis

Um dos maiores símbolos de status no Brasil, sem nenhuma dúvida, é ser dono de um imóvel. A tradição no país faz com que seja prioridade máxima para muitas pessoas juntar dinheiro e comprar uma casa o quanto antes, mesmo que essa não seja a decisão financeira mais acertada no momento.

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Qual a real situação do mercado?

Mercado imobiliário brasileiro passa por um “rolo sem fim”

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Crise gera oportunidades. Vislumbre algumas aqui

O MELHOR INVESTIMENTO PARA O 2º SEMESTRE DE 2016

Saiba por que estamos vivendo um momento especial para investir na Bolsa de Valores

 

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Imóvel ou Ações?

Imóveis ou ações, qual é melhor?

Veja a comparação entre investimentos e as cinco vantagens das propriedades

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O Centro é o centro das atenções

Onde os paulistanos querem morar?

Empreendimento da Requadra na rua Paim, no Baixo Augusta

 

São Paulo – Há alguns anos, o centro de São Paulo poderia ser definido como sujo, feio e decadente. Frente à insegurança e ao abandono do poder público, muitas empresas e bancos eram forçados a transferir suas sedes para áreas mais nobres da cidade.

O movimento de retirada só foi estancado recentemente, com o boom imobiliário. Como o preço de morar em algumas regiões de São Paulo se tornou inacessível para boa parte da população, pessoas e empresas voltaram a olhar para o centro com o interesse. O movimento de revitalização começou pelo Baixo Augusta, uma região da Bela Vista bastante frequentada por jovens. Diversos empreendimentos imobiliários foram lançados na região nos últimos dois anos – alguns com preços já próximos a 10.000 reais o metro quadrado.

Para Marcos França, diretor comercial da Requadra, o movimento de revalorização da região central da cidade ainda está apenas no começo. A incorporadora, que lançou nove empreendimentos no centro nos últimos 12 anos, foi uma das pioneiras no Baixo Augusta e agora aposta no Brás como novo polo de lançamento de imóveis na cidade. Outras áreas com bom potencial seriam o Bixiga e a República. No depoimento a seguir, França explica em que bairros as incorporadoras veem mais potencial:

A área central de São Paulo que mais tem atraído as incorporadoras é a Bela Vista. A iniciativa da revitalização partiu do setor privado. Primeiro vieram novas casas noturnas, que encerram o período de decadência do local. Depois veio o mercado imobiliário e redescobriu a área hoje chamada de Baixo Augusta. Diversas incorporadoras fizeram lançamentos ali nas imediações do shopping Frei Caneca.

A Requadra foi pioneira na revitalização da rua Paim. Há alguns anos, ninguém queria investir naquele local. A própria imobiliária que venderia as unidades que estávamos lançando achava que éramos loucos. A rua Paim já foi uma das mais feias da região, com vários cortiços e botecos. Mas naquela época, já acreditávamos estar em curso uma transformação no Baixo Augusta.

O primeiro empreendimento que lançamos ali incluía mais de 250 apartamentos pequenos, de um ou dois dormitórios. Vendemos tudo em duas horas. No dia em que abrimos o estande, havia uma fila enorme de gente interessada. Na época, cobramos 5.000 reais o metro quadrado. Parece pouco comparado ao que se cobra hoje, mas foi mais do que suficiente para cobrir nossos custos. Com o sucesso do nosso empreendimento, a rua Paim explodiu. Hoje há sete projetos em construção ou prestes a serem lançados. Os preços ultrapassam os 7.000 reais o metro. Nós já lançamos mais um empreendimento ali e preparamos um terceiro.

A revitalização da área está só no começo. O poder público vai entregar obras importantes nos próximos anos. A inauguração de uma estação de metrô na rua Piauí, em Higienópolis, e a construção de outra estação na praça 14 Bis devem dar um impulso ainda maior para a área. Paralelamente, a própria entrega dos empreendimentos que estão sendo lançados vai contribuir para a melhoria da região. Quando as pessoas que compraram os apartamentos começarem a morar ali, é provável que surja todo um comércio voltado para a classe média-alta em imóveis que hoje são ocupados por botecos ou cortiços.

O entorno também já foi redescoberto. A Even fez um lançamento bem-sucedido na rua Bela Cintra, que é paralela à rua Augusta. Dois lançamentos foram feitos na rua Augusta recentemente: o Capital Augusta, da Esser, e o Ca’d’Oro, da Brookfield. A Cyrela fez um grande lançamento nas proximidades da rua Avanhandava, o Mood. A Trisul vendeu um empreendimento com várias torres em frente ao shopping Frei Caneca. A revitalização imobiliária do Baixo Augusta já está em curso.

Com o fim dos bons terrenos por ali, acredito que os lançamentos vão se espalhar para regiões adjacentes, como o Bixiga, a praça Roosevelt e a Vila Buarque. O problema dessas regiões é que há diversas restrições para prefeitura para novas construções. Se houver interesse do poder público em colocar essas áreas no mercado, entretanto, eu acho que vai decolar. A mesma coisa vale para a região da praça da República. Já tentamos comprar um estacionamento para fazer um lançamento ali, mas não conseguimos fechar negócio.

Também não conseguimos lançar nada na região do antigo centro financeiro da cidade, nas proximidades da BM&FBovespa. Ali é necessário fazer retrofit porque praticamente não há mais casas construídas e muito menos terrenos ociosos. É necessário comprar um prédio inteiro e reformá-lo. O problema de atuarmos nesse segmento é que é necessário um desembolso muito grande de capital para comprar um prédio, fazer uma reforma completa e depois revender as unidades. O risco é bem maior. Mas há outras incorporadoras que estão avaliando isso com interesse.

Outro problema dessa região entre o Anhangabaú e a Sé é a falta de vagas de estacionamento nos edifícios. As próprias ruas só permitem o trânsito de pedestres, trata-se de um calçadão. Não há retrofit que resolva isso. Como alugar vagas de estacionamento ali é muito caro, a gente enxerga isso como uma restrição ao mercado imobiliário. Mas acredito que uma hora a região voltará a atrair investimentos.

Assim como acredito que o projeto do governo paulista de recuperar a região que hoje é conhecida como “Cracolândia” para transformá-la em Nova Luz uma hora vai sair do papel. As incorporadoras estão olhando com muito interesse os terrenos ali. Nós não compramos nada somente porque achamos que já está caro. Em compensação, ao lado da Luz, no Brás, estamos enxergando muitas oportunidades. Há uma fartura de terrenos no bairro, que abriga lojas de comércio popular e antigas fábricas. No Brás, ainda é possível comprar um galpão abandonado de um único dono para erguer um empreendimento. É bem mais fácil fazer isso do que negociar com diversas famílias a compra de várias propriedades para depois realizar um lançamento.

A Requadra fará em breve um lançamento no Brás, com duas torres. Será um prédio de habitação de interesse social, com unidades mais populares, e outro voltado para a classe média. A região está melhorando muito. Desde que o edifício São Vito e seus cortiços foram demollidos, a vista daquela região próxima ao Mercado Municipal melhorou demais. Outras incorporadoras já perceberam isso e também já estão fazendo ou farão lançamentos no Brás em breve.

Por incrível que pareça, a Requadra nasceu como uma incorporadora com foco em locais mais afastados do centro de São Paulo, principalmente na zona leste. Há 12 anos, percebemos que o trânsito na cidade começava a inviabilizar grandes deslocamentos ao mesmo tempo em que os terrenos disponíveis estavam cada vez mais longínquos. Foi nessa época que decidimos mudar nossa área de atuação para a região central da cidade.

Em cidades como Londres ou Paris, o centro sempre foi uma das áreas mais valorizadas. Não víamos porque a mesma coisa não poderia acontecer em São Paulo. Há muita gente que trabalha ali, e as pessoas querem morar próximas ao escritório. A infraestrutura de ruas, cabos subterrâneos de energia e internet, hospitais, transporte, saneamento e escolas é excelente. Muita coisa que falta aos bairros da periferia sobra no Centro. Foi isso que atraiu nossa atenção.

Na época, praticamente não havia outras incorporadoras disputando terrenos conosco – o que já não é mais verdade hoje em dia. Nosso trabalho era convencer vários moradores a nos vender suas casas para que pudéssemos erguer um prédio na região. Fizemos lançamentos na Liberdade, no Arouche e em Santa Cecília. Hoje não falta capital para as empresas do setor imobiliário. O que falta são bons terrenos, a preços razoáveis, em áreas em que a prefeitura não imponha muitas restrições para construir.

Matéria tirada da Revista Exame.


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