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Levantamento do Imovelweb aponta aumento de mais de 300% nas buscas por imóveis para temporada em São Paulo

O Imovelweb, um dos principais portais imobiliários do país, fez um levantamento que mostra um aumento de 345% das buscas por imóveis para temporada no estado de São Paulo. Tendo como base os mais de 2 milhões de anúncios de seu portal, o levantamento considerou o mês de janeiro e a primeira semana de fevereiro dos anos de 2015, 2016 e 2017.

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Conhecimento Necessário: como aquecer a Economia

Como governo atua no mercado imobiliário para aquecer a economia

Equipe econômica muda regras de financiamento e facilita acesso da classe média à casa própria. Medidas também beneficiam indústria da construção civil 
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O que anda aquecendo o Setor Imobiliário

Novos modelos de financiamento aquecem as vendas do setor imobiliário

A liberação de novos créditos pela Caixa Econômica
e a baixa dos preços dos imóveis indicam
bom momento para negociações

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Construção Civil na vanguarda da recuperação econômica

Construção Civil pode dar resposta rápida à crise

Especialista em Finanças e Imóveis com ênfase em crédito imobiliário e construção civil fala sobre o encontro do presidente Michel Temer com representantes do setor

Foto: Divulgação

Especialista em Finanças e Imóveis com ênfase em crédito imobiliário e construção civil fala sobre o encontro do presidente Michel Temer com representantes do setor

Representantes do setor da Construção Civil reuniram-se com o presidente interino Michel Temer e equipe do Governo Federal, no sentido de apresentar propostas para que o setor contribua com a retomada do crescimento da economia, principalmente no tocante a geração de emprego e renda, num prazo de até dois anos.

Um estudo do setor indica que a cada R$ 1 milhão de investimentos, a indústria da construção emprega quase 18 novos postos de trabalho, direta ou indiretamente. Portanto, com R$ 50 bilhões investidos, do setor público e privado, podem ser gerados os empregos perdidos nos últimos dois anos, somente na cadeia da Construção Civil, o que corresponde a 850 mil empregos.

Reconhecido como um setor da economia que responde rápido, vale lembrar que existem dois segmentos distintos de atuação, infraestrutura e construção civil, abrangendo os empreendimentos habitacionais e comerciais, preponderantemente.

Para o setor de infraestrutura, os representantes propõem um melhor reordenamento, de novas concessões concentrando ações nos modelos de PPP, as Parcerias Público-Privadas, com modelagem mais atrativa ao investimento privado.

Para o setor da construção, pedem a retomada plena das contratações do Programa Minha Casa Minha Vida, em todas as suas faixas, inclusive nas faixas de maior subsídio (1 e 1,5).

Toda a cadeia da construção civil representada se dispôs a apoiar medidas propostas pelo governo para recuperar a credibilidade e restabelecer um ambiente de normalidade e de confiança no pais. Segundo o presidente Michel Temer, “não há prosperidade sem a construção civil”. Segundo representantes do setor, “a construção civil apoiará tudo o que fortaleça a construção de um pais melhor”.

O setor reforçou também a necessidade de manter agenda de alguns itens de reforma como a Previdência, a modernização das leis trabalhistas (regulamentação da terceirização como item importante) e o rigor com o ajuste fiscal.

Pois bem, saindo da retórica da boa intenção, que consideramos importante, vamos para questões mais pragmáticas e possíveis, neste momento ainda de turbulência. As ações propostas para o setor de infraestrutura parecem acertadas e realmente importantes para o momento. O governo deve assumir papel de modelador e propor regulação e atratividade para que o setor privado acredite e volte a investir nas tais PPPs.

Quanto ao setor da construção civil, relacionada ao fomento de habitação popular e de mercado de construções habitacionais e comerciais de todas as faixas de renda, percebemos que os discursos foram tímidos. Analisando somente os números, se o setor fala em R$ 50 bilhoes para retomar os empregos perdidos nos últimos dois anos, deveria debater o crédito imobiliário como grande fomentador.

Quando falamos em crédito imobiliário, necessário segmentar em duas frentes, a faixa popular do MCMV e famílias atendidas pelo FGTS e as faixas de mercado, hoje financiadas pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). Para a habitação popular, realmente não há o que mexer, ou seja, é a única fatia que funciona hoje, quando o governo e o FGTS proveem recursos e o setor responde com investimento privado para a construção. O Programa Minha Casa Minha Vida consolidou-se como instrumento de politica publica de Estado e, portanto, vem sendo utilizado como principal instrumento para enfrentar o déficit habitacional de baixa renda, mesmo que os recursos sejam contingenciados pelo ajuste fiscal em todas as suas faixas.

O que precisa ser ponderado neste momento de ajuste fiscal é o tamanho da intervenção do Governo Federal. Lembrando que em 2009, o PMCMV foi criado como instrumento anticíclico e que o grande erro foi a dosagem acentuada por tempo prolongado, a mercê das campanhas eleitorais. Neste caso, olhar para o passado e aprender com ele.

Portanto, se a politica habitacional está no caminho certo para a habitação popular, o mercado de crédito para outras faixas de renda é que precisa de atenção e que pode responder pela maior parte dos R$ 50 bilhões citados no inicio para a retomada dos empregos na construção.

O cenário para esta faixa aponta para uma queda de demanda de 50% em relação ao ano passado, catalisado pela estratégia da Caixa, principalmente, ao contingenciar o crédito para as operações com recursos do SBPE (Poupança), a nosso ver estratégia equivocada, ainda que o déficit dos depósitos indicasse precaução do Banco estatal, que detém 70 % do credito imobiliário, ou seja o grande indutor do crédito. A correta leitura seria que a velha e boa poupança vive a mercê da economia e das finanças das famílias brasileiras de renda mais baixa e que este cenário deve melhorar com a derrocada da crise. O ciclo precisa ser virtuoso novamente e alguém precisa dar o primeiro passo neste sentido.

Agora, percebendo que vai ter recursos suficientes o mercado financeiro, capitaneado pela Caixa, poderia voltar a taxa de juros para um digito, ao invés de aumentar o ticket médio das operações de financiamento e aumentar a quota de financiamento para famílias que não vão tomar credito com estas condições, e se tomarem, podem comprometer o risco de crédito, devido aos volumes médios de contratos.

Concluindo, medida mais acertada no sentido e direção da volta da credibilidade e aumento de demanda poderia ser uma simples diminuição da taxa de juros de 0,5% nas operações com recursos de SBPE. Isso se, de forma pragmática, Governo Federal, setores de construção e financiadores acreditam mesmo na retomada da economia.

Diretor da Habita’z, Marcos Fontes é professor de Economia da IBE-FGV especialista nas áreas de Finanças e Imóveis com ênfase em crédito imobiliário e construção civil.

Fonte  Redação – Agência IN

R$ 100mil a menos. Quer?

Como pagar R$ 100 mil a menos no financiamento do imóvel

São Paulo – Você pode economizar muitos milhares de reais se juntar um valor de entrada maior para financiar seu imóvel. Antes de embarcar em um financiamento deste tipo, é preciso estar ciente do alto custo dos juros na sua vida. Continuar lendo R$ 100mil a menos. Quer?

Há vantagens de morar no Centro de SP?

As vantagens de morar no Centro de São Paulo

 

São Paulo – Um movimento que tem suas raízes na década de 1970 deve ganhar força no mercado imobiliário da cidade de São Paulo nos próximos anos. Bairros próximos ao centro, como o Brás, Pari e Bom Retiro, prometem chamar cada vez mais atenção de construtoras e incorporadoras para empreendimentos residenciais.

Com a escassez de terrenos em outras regiões da cidade, as alternativas agora começam a ser bairros de vocação industrial, onde os galpões sem uso podem dar lugar a espaços suficientemente grandes para a construção de imóveis residenciais. “A indústria começou a sair da cidade de São Paulo em meados da década de 1970 por uma série de motivos, que vão desde a dificuldade de entrar com carretas na cidade, até a poluição sonora que incomodava a população”, explica Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Sobraram então os galpões que abrigavam as grandes fábricas. Embora alguns deles sejam tombados e não possam ser demolidos, ainda sobram boas opções disponíveis para o mercado imobiliário.

Mas porque a região demorou para entrar definitivamente no radar das incorporadoras? Em primeiro lugar, porque esses bairros nunca tiveram perfil residencial e por isso não chamavam atenção das grandes empresas. “O empresariado não enxergava essas áreas como opção para crescer em habitação”, afirma Pompéia.

Outro ponto foi a degradação do Centro, que por muito tempo fez com que a região e as proximidades não fossem consideradas como opção de moradia pela população. Vale lembrar que o Centro abriga a Cracolândia, ponto de intenso consumo de drogas. Eduardo Machado, diretor de incorporações da PDG São Paulo, afirma que as políticas públicas anunciadas para a revitalização do Centro devem atrair cada vez mais moradores para a região. “Nas grandes cidades do mundo, como Nova York e Paris, os centros são regiões muito valorizadas. Em São Paulo há um atraso em relação a isso”, afirma. A PDG é umas das empresas que aposta nesse movimento imobiliário. Machado afirma que a velocidade de absorção dos lançamentos chega a ser até maior que em outros pontos da cidade. A empresa lançou em maio o edifício residencial Urbe. Das 216 unidades do prédio, hoje apenas três continuam disponíveis.

Outra empresa que resolveu apostar nessa tendência, olhando principalmente para os bairros próximos ao Centro, foi a Requadra Desenvolvimento Imobiliário, que está lançando duas torres residenciais no Brás, com um total de 440 apartamentos. “Atuamos há muito tempo no Centro de São Paulo e sabemos que há uma demanda forte na região. Nos bairros centrais, porém, há muita dificuldade de encontrar terreno disponível e com documentação em dia. Por isso, começamos a procurar locais próximos”, afirma Marcos França, diretor comercial da Requadra. O local onde ficarão as torres abrigava galpões industriais. Os apartamentos variam entre 28 metros quadrados e 50 metros quadrados e os preços, que ainda não são definitivos, devem ficar entre 135.000 reais e 310.000 reais. França concorda com a tendência de crescimento da região. “As incorporadoras estavam trabalhando primeiro em bairros mais óbvios”, afirma.

Além da demanda de quem trabalha na região, o mercado também pode esperar moradores que trabalham no Brás, Bom Retiro e Pari. “As opções residenciais da região são construções muito antigas, que em geral não têm nem vaga de garagem”, afirma França. Segundo a Associação de Lojistas do Brás (Alobrás), a região gera cerca de 150.000 empregos diretos e 300.000 indiretos. A circulação média diária é de 300.000 pessoas, com pico de 1 milhão.

Preços do Centro são competitivos

Embora a alta de preços também assole os novos pontos para empreendimentos residenciais, o valor do metro quadrado ainda está muito abaixo de locais tradicionais de São Paulo. “Como essa região ainda não foi descoberta, traz preços relativamente bons quando comparados com os de outros bairros”, afirma Pompéia, da Embraesp.

Enquanto o metro quadrado no Brás gira em torno de 4.300 reais, na região entre Ibirapuera e Vila Nova Conceição, o valor supera os 9.000 reais. A alta, porém, já é mais forte que no centro. Enquanto o metro quadrado de apartamentos na Sé caiu 4,9% em outubro ante setembro, o valor no Brás subiu 4,40% no mesmo período, segundo o índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados, como mostra a tabela abaixo.

Bairro Variação em outubro (sobre setembro) Variação em 2011
-4,90% 37,50%
Bom Retiro 2,50% 29,10%
Brás 4,40% 41,10%
Pari 5,90% 23,80%
São Paulo 1,90% 23,20%

Marcos França, da Requadra, acredita que a alta recentemente observada foi resultado de uma série de fatores do cenário econômico, como a maior oferta de crédito. “Essa valorização que vimos já passou. Os preços não devem continuar subindo no ritmo que vinham subindo”, afirma.

Em toda a região metropolitana de São Paulo, Pompéia estima que, se continuasse produzindo no ritmo atual, o mercado imobiliário ainda teria demanda forte por ao menos mais dez anos, mas ainda assim, os preços não devem continuar crescendo no mesmo ritmo. “Em 2012, podemos começar a ter uma acomodação de preços, que deve preceder a queda”, diz.

Perfil

A aposta é que o Centro e proximidades atrairão um público de pessoas solteiras ou casais jovens. As grandes famílias não devem ser maioria na região. “Observamos que os imóveis de um dormitório têm venda mais rápida do que outros”, afirma Machado, da PDG. As três unidades que ainda estão disponíveis do empreendimento Urbe, da empresa, são de dois dormitórios. “As opções de um dormitório foram vendidas primeiro”, afirma.

Retirada da Revista Exame


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2016-01-18a

Hora e a vez dos ‘ABASTADOS’ – Estão comprando tudo

“SALDÕES” sacodem o mercado imobiliário

Promoções se transformaram em estratégias das empresas para atrair público retraído ante do aumento das taxas de desemprego e das restrições no acesso ao crédito já caro

GLADYSTON RODRIGUES

O mercado imobiliário viveu tempos áureos entre 2008 e 2011. Grandes empresas fizeram lançamentos oferecidos a preços mais altos, mas a redução da demanda, em razão da alta do desemprego, restrição ao crédito e taxas de juros elevadas, provocou a retração do consumidor. Em 2014, o setor dava sinais do impacto da crise. No início deste ano, a Caixa Econômica Federal reduziu de 80% para 50% o valor máximo do financiamento da casa própria.

“O número de financiamentos, que, de janeiro a abril, era de 40 mil por mês, caiu para 25 mil em maio, depois das mudanças nas regras. Em outubro, estava em 20 mil”, diz Lucas Vargas, da Construtora Vila Real. Para o engenheiro Luiz Antônio França, especialista nesse mercado, as vendas se sustentam em dois pilares: confiança do consumidor e nível de emprego. “Quando falta equilíbrio, os compradores desistem do negócio”, afirma.

Foram as incertezas macroeconômicas, garante, que levaram a Caixa a tomar medidas prudenciais e alterar as condições do financiamento da casa própria. “A Caixa apenas protegeu seu acionista, o governo. Além disso, com os juros básicos (aqueles que remuneram os títulos públicos no mercado financeiro e servem de referência para as operações nos bancos e no comércio) a 14,5% ao ano, muitos investidores preferem um lucro garantido em aplicações financeiras”, observa. Dante Seferian, diretor-executivo da Danpris Construtora, reforça que os preços vinham inflados e, mesmo que a economia continuasse crescendo, o movimento de alta iria se reverter. “Nos próximos dois anos nada vai mudar. Uma retomada do mercado só virá em 2018”, afirma.

Para as empresas, a saída são os famosos saldões. É melhor vender mais barato do que arcar com despesas básicas, além de condomínio e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), já que não conseguem repassar nem a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). Melhor para o consumidor.

Otimistas estão as empresas voltadas ao segmento de luxo. “Não houve crise nesse tipo de produto. A velocidade nas vendas não é extraordinária, mas os preços de R$ 900 mil a R$ 2 milhões se mantiveram”, garante Eilson Charles, gerente comercial da Emplavi. Ele prevê uma nova explosão quando o país retomar o crescimento.

“Hoje, a crise de confiança interfere na decisão do comprador. E com os juros a 14,5% ao ano, ele fica na dúvida entre manter o dinheiro em uma aplicação financeira ou transferi-lo para o mercado imobiliário.” Os ricos, no entanto, lembra Charles, fazem o que os menos abastados deviam ter como regra: “Barganham muito. Têm dinheiro e informação. Quando as coisas estão mornas, pedem todo tipo de desconto porque sabem que uma ponta depende da outra para girar a economia”.

Quem tem, hoje, condições de investir em imóveis, de fato encontra boas oportunidades. Cleusa Farias, de 58, funcionária aposentada da Câmara dos Deputados, mora com o marido em um apartamento de quatro dormitórios e acaba de comprar outro imóvel para a filha. “Aproveitamos a oportunidade. São dois quartos com uma suíte. Custou R$ 670 mil”, comemora. Cleusa se define como uma “rata” de sites de imobiliárias. “Procuro muito. Olho vários imóveis”, destacou. O dinheiro para a compra, disse ela, veio de outro apartamento, vendido há dois anos por R$ 1,5 milhão. Entre as ofertas, a aposentada recebeu proposta de deságio num imóvel devolvido porque o primeiro dono não pôde arcar com as despesas.

A empresária Carolina Augusti Rocha, de 28, mora desde fevereiro em um apartamento de dois quartos. Ela e marido, Bruno Moreira Rocha, de 29, ganharam o apartamento dos pais dele. “Meus sogros compraram na planta, há quatro anos, por cerca da R$ 600 mil. Viram que a gente estava querendo se casar, mas não tinha dinheiro na mão”, afirmou Carolina. Os noivos gastaram cerca de R$ 50 mil em obras de reforma.

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