Arquivo da categoria: Bairros

Descrição aberta dos bairros da Cidade de São Paulo.

Revitalização é notícia que entusiasma o Centro

Doria anuncia acordo para enterrar 52 km de fios e remover postes em SP

Tucano anunciou iniciativa pelo Twitter. Novo programa da Prefeitura vai começar por ruas do Centro.

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Detalhes do bairro mostram seu valor

Morumbi tem metro quadrado mais barato que Butantã

De um lado, o Palácio dos Bandeirantes, o Hospital Albert Einstein, o Estádio Cícero Pompeu de Toledo. Do outro, a Cidade Universitária, o Instituto Butantan e diversos museus. São os bairros Morumbi, zona sul, e Butantã, zona oeste.

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Morar no Belenzinho questão de decisão

VERTE BELÉM

Verte

O Verte fica a 500 metros da estação Bresser-Mooca do metrô. Localizado na região central, oferece uma ampla rede de serviços e comércio à sua disposição. Além disso, você está ao lado do novo Parque Estadual do Belém, uma ótima opção de lazer e diversão para sua família.

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Bairros de São Paulo: Lapa. Tradição.

Novos ares na Lapa

Comércio cinzento da Rua do Rezende está mudando com a chegada de novos empreendimentos como hotéis, padarias e loja que reúne tabacaria, café casa de show

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Região central: Completo e Funcional

O Brás tem mobilidade e infraestrutura para a praticidade dos moradores

Antes de comprar um imóvel, as pessoas pesquisam bastante as regiões onde o mercado imobiliário esteja mais presente.

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55 m² à 71m² no Centro – Portal Centro

BRÁS  –  PORTAL CENTRO

  • De 1 a 3 dormitórios
  • De 39 m2 a 71 m2

Em Construção | Residencial        Entrega: 11/2017

Vantagens Vantagens Vantagens

APARTAMENTOS COM 1, 2 E 3 DORMITÓRIOS PRÓXIMOS AO METRÔ BRÁS.

Um projeto com fácil acesso a tudo: ao metrô, ao bem-estar, ao conforto e à comodidade. More com lazer completo a poucos minutos de todas as regiões da cidade.

PARA COMEÇAR A IMAGINAR

Perspectivas Ilustradas

  •  Fachada - diurna

    Fachada – diurna
  •  Fachada - noturna

    Fachada – noturna
  •  Fachada noturna - frente

    Fachada noturna – frente
  •  Piscinas

    Piscinas
  •  Playground

    Playground
  •  Bicicletário

    Bicicletário
  •  Brinquedoteca

    Brinquedoteca
  •  Churrasqueira

    Churrasqueira
  •  Salão de festas

    Salão de festas
  •  Fitness

    Fitness
  •  Espaço Gourmet

    Espaço Gourmet
  •  Salão de jogos

    Salão de jogos
  •  Lavanderia

    Lavanderia

Espaços para ser feliz

  • Salão de festas

  • Churrasqueira

  • Fitness

  • Brinquedoteca

  • Playground

  • Bicicletário

  • Espaço gourmet

  • Salão de Jogos

  • Piscina adulto e infantil

  • Lavanderia

Decorados

  •  Foto apartamento decorado - 50 m²

    Foto apartamento decorado – 50 m²
  •  Foto apartamento decorado - 50 m²

    Foto apartamento decorado – 50 m²
  •  Foto apartamento decorado - 71 m²

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  •  Foto apartamento decorado - 50 m²

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    Foto apartamento decorado – 71 m²
  •  Foto apartamento decorado - 71 m²

    Foto apartamento decorado – 71 m²

DESVENDE CADA ESQUINA

  • NO CENTRO, PERTO DE TUDO
    Além de ter fácil acesso a todas as regiões da cidade, diversas operações urbanas estão acontecendo no entorno. Essa grande transformação do Centro vai privilegiar a circulação de pedestres e melhorar ainda mais o dia a dia dos moradores, com a criação de parques, centros culturais, ciclovias e um terminal de ônibus, entre outros benefícios.

ACOMPANHE CADA FASE

Cronograma geral: 43%

progresso

Entrega prevista para 11/2017

Fotos em 8/2016

VEJA QUEM ASSINA

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CPTM multiplica a valorização em torno do Brás

CPTM projeta shopping e hotel em estação Brás, no centro de São Paulo

DE SÃO PAULO 14/09/2016  02h00

Dependente de verbas do governo estadual, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vai implementar um projeto ambicioso em busca de receitas não tarifárias:

  1. a construção de shopping;
  2. hotel;
  3. e prédio empresarial na estação Brás, no centro de São Paulo.

O primeiro centro comercial do sistema ferroviário paulista está sendo planejado pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB) seguindo uma tendência lançada pelo Metrô, que já conta com cinco shoppings em estações.

A localização desse empreendimento é estratégica: a região é conhecida pelo intenso comércio popular, a estação já recebe 165 mil usuários por dia e a previsão é que alcance 220 mil até 2025.

É planejado também um estacionamento para atender os ônibus de comerciantes que vêm de fora da capital.

“O projeto preliminar foi inspirado em modelos implantados em países como Inglaterra e Japão”, diz a CPTM, que consultou a iniciativa privada sobre eventual interesse em um empreendimento desse tipo.

Após receber sinal positivo de associações comerciais, a companhia paulista avançou com os planos.

O shopping deve ser construído em área contígua à estação. O terreno, que pertence à União, abriga hoje um galpão usado por áreas administrativas e operacionais da própria empresa, além de pequenas casas que precisarão passar por desapropriação.

A entrada do centro comercial deve ocorrer pelo mezanino da estação, que atende as linhas 10-turquesa, 11-coral e 12-safira da CPTM. Lá há interligação com a linha 3-vermelha do Metrô, que já conta com diversas lojas e pontos de alimentação.

CONCESSÃO

A exemplo do que ocorre nos empreendimentos do Metrô, a construção do shopping da CPTM está sendo preparada em regime de concessão.

Sob esse modelo, as obras e a administração ficam sob responsabilidade privada; em troca, a companhia recebe um percentual anual do faturamento obtido. Ainda não há prazo definido para as obras do projeto, que ainda poderá sofrer alterações.

No ano passado, a cessão de espaços para estabelecimentos comerciais gerou receita de R$ 11,6 milhões à CPTM. No total, as verbas não tarifárias (não geradas por passagens) chegaram a R$ 56,7 milhões, 2,5% das receitas da companhia em 2015.

Há espaço para crescer: só com shoppings, o Metrô arrecadou R$ 46 milhões em um ano, quando suas receitas adicionais à venda de bilhetes chegaram a R$ 186 milhões.

No caso da CPTM, aumentar os lucros nesses setores é uma forma de garantir sua operação

.

Diferentemente do Metrô, a empresa não se sustenta apenas com a tarifa paga pelos usuários –depende de subsídios do Estado.

No ano passado, a gestão Alckmin –também afetada pela recessão e promovendo diversos cortes– teve que repassar quase R$ 1 bilhão à companhia de trens.

Com a crise econômica, há diminuição no número de passageiros pagantes na rede ferroviária da região metropolitana; por outro lado, a concessão de gratuidades e descontos a estudantes e idosos tem crescido.

Em 2015, a empresa teve queda de 5% no número de passageiros pagantes e de 0,2% no número total de passageiros, que chegou a 831 milhões. Desse total, 52 milhões foram transportados gratuitamente, um aumento de cerca de 20 milhões em relação ao ano anterior.

A expectativa da CPTM é que as gratuidades (que incluem ainda desempregados) continuem a subir neste ano. 

FONTE: Site da Secretaria de Negócios Metropolitanos 15 de Setembro 2016


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Seu Portal com muita informação e produtos de qualidade.

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Faces de São Paulo – Diversidade

Paraíso da multiplicidade

São Paulo possui diversas faces e uma delas está na variedade de mercados e feiras a céu aberto, que reúnem desde artesanato, apresentações e boas opções para conhecer os diversos paladares da cidade.

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Região Central de Sampa -A vez

 

Sinônimo de bons negócios

Bairros como Brás, Pari e Bom Retiro estão entre os que mais chamam a atenção de construtoras e incorporadoras para a construção de empreendimentos residenciais. Antes consideradas sem perfil para abrigar prédios sem características comerciais, hoje a história é outra. Com o processo de revitalização, essas empresas passaram a enxergar a área central da cidade como uma boa oportunidade de negócios. Tamanha valorização é favorável tanto para quem deseja empreender quanto para quem pretende adquirir um novo imóvel para morar.

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O Centro é o centro das atenções

Onde os paulistanos querem morar?

Empreendimento da Requadra na rua Paim, no Baixo Augusta

 

São Paulo – Há alguns anos, o centro de São Paulo poderia ser definido como sujo, feio e decadente. Frente à insegurança e ao abandono do poder público, muitas empresas e bancos eram forçados a transferir suas sedes para áreas mais nobres da cidade.

O movimento de retirada só foi estancado recentemente, com o boom imobiliário. Como o preço de morar em algumas regiões de São Paulo se tornou inacessível para boa parte da população, pessoas e empresas voltaram a olhar para o centro com o interesse. O movimento de revitalização começou pelo Baixo Augusta, uma região da Bela Vista bastante frequentada por jovens. Diversos empreendimentos imobiliários foram lançados na região nos últimos dois anos – alguns com preços já próximos a 10.000 reais o metro quadrado.

Para Marcos França, diretor comercial da Requadra, o movimento de revalorização da região central da cidade ainda está apenas no começo. A incorporadora, que lançou nove empreendimentos no centro nos últimos 12 anos, foi uma das pioneiras no Baixo Augusta e agora aposta no Brás como novo polo de lançamento de imóveis na cidade. Outras áreas com bom potencial seriam o Bixiga e a República. No depoimento a seguir, França explica em que bairros as incorporadoras veem mais potencial:

A área central de São Paulo que mais tem atraído as incorporadoras é a Bela Vista. A iniciativa da revitalização partiu do setor privado. Primeiro vieram novas casas noturnas, que encerram o período de decadência do local. Depois veio o mercado imobiliário e redescobriu a área hoje chamada de Baixo Augusta. Diversas incorporadoras fizeram lançamentos ali nas imediações do shopping Frei Caneca.

A Requadra foi pioneira na revitalização da rua Paim. Há alguns anos, ninguém queria investir naquele local. A própria imobiliária que venderia as unidades que estávamos lançando achava que éramos loucos. A rua Paim já foi uma das mais feias da região, com vários cortiços e botecos. Mas naquela época, já acreditávamos estar em curso uma transformação no Baixo Augusta.

O primeiro empreendimento que lançamos ali incluía mais de 250 apartamentos pequenos, de um ou dois dormitórios. Vendemos tudo em duas horas. No dia em que abrimos o estande, havia uma fila enorme de gente interessada. Na época, cobramos 5.000 reais o metro quadrado. Parece pouco comparado ao que se cobra hoje, mas foi mais do que suficiente para cobrir nossos custos. Com o sucesso do nosso empreendimento, a rua Paim explodiu. Hoje há sete projetos em construção ou prestes a serem lançados. Os preços ultrapassam os 7.000 reais o metro. Nós já lançamos mais um empreendimento ali e preparamos um terceiro.

A revitalização da área está só no começo. O poder público vai entregar obras importantes nos próximos anos. A inauguração de uma estação de metrô na rua Piauí, em Higienópolis, e a construção de outra estação na praça 14 Bis devem dar um impulso ainda maior para a área. Paralelamente, a própria entrega dos empreendimentos que estão sendo lançados vai contribuir para a melhoria da região. Quando as pessoas que compraram os apartamentos começarem a morar ali, é provável que surja todo um comércio voltado para a classe média-alta em imóveis que hoje são ocupados por botecos ou cortiços.

O entorno também já foi redescoberto. A Even fez um lançamento bem-sucedido na rua Bela Cintra, que é paralela à rua Augusta. Dois lançamentos foram feitos na rua Augusta recentemente: o Capital Augusta, da Esser, e o Ca’d’Oro, da Brookfield. A Cyrela fez um grande lançamento nas proximidades da rua Avanhandava, o Mood. A Trisul vendeu um empreendimento com várias torres em frente ao shopping Frei Caneca. A revitalização imobiliária do Baixo Augusta já está em curso.

Com o fim dos bons terrenos por ali, acredito que os lançamentos vão se espalhar para regiões adjacentes, como o Bixiga, a praça Roosevelt e a Vila Buarque. O problema dessas regiões é que há diversas restrições para prefeitura para novas construções. Se houver interesse do poder público em colocar essas áreas no mercado, entretanto, eu acho que vai decolar. A mesma coisa vale para a região da praça da República. Já tentamos comprar um estacionamento para fazer um lançamento ali, mas não conseguimos fechar negócio.

Também não conseguimos lançar nada na região do antigo centro financeiro da cidade, nas proximidades da BM&FBovespa. Ali é necessário fazer retrofit porque praticamente não há mais casas construídas e muito menos terrenos ociosos. É necessário comprar um prédio inteiro e reformá-lo. O problema de atuarmos nesse segmento é que é necessário um desembolso muito grande de capital para comprar um prédio, fazer uma reforma completa e depois revender as unidades. O risco é bem maior. Mas há outras incorporadoras que estão avaliando isso com interesse.

Outro problema dessa região entre o Anhangabaú e a Sé é a falta de vagas de estacionamento nos edifícios. As próprias ruas só permitem o trânsito de pedestres, trata-se de um calçadão. Não há retrofit que resolva isso. Como alugar vagas de estacionamento ali é muito caro, a gente enxerga isso como uma restrição ao mercado imobiliário. Mas acredito que uma hora a região voltará a atrair investimentos.

Assim como acredito que o projeto do governo paulista de recuperar a região que hoje é conhecida como “Cracolândia” para transformá-la em Nova Luz uma hora vai sair do papel. As incorporadoras estão olhando com muito interesse os terrenos ali. Nós não compramos nada somente porque achamos que já está caro. Em compensação, ao lado da Luz, no Brás, estamos enxergando muitas oportunidades. Há uma fartura de terrenos no bairro, que abriga lojas de comércio popular e antigas fábricas. No Brás, ainda é possível comprar um galpão abandonado de um único dono para erguer um empreendimento. É bem mais fácil fazer isso do que negociar com diversas famílias a compra de várias propriedades para depois realizar um lançamento.

A Requadra fará em breve um lançamento no Brás, com duas torres. Será um prédio de habitação de interesse social, com unidades mais populares, e outro voltado para a classe média. A região está melhorando muito. Desde que o edifício São Vito e seus cortiços foram demollidos, a vista daquela região próxima ao Mercado Municipal melhorou demais. Outras incorporadoras já perceberam isso e também já estão fazendo ou farão lançamentos no Brás em breve.

Por incrível que pareça, a Requadra nasceu como uma incorporadora com foco em locais mais afastados do centro de São Paulo, principalmente na zona leste. Há 12 anos, percebemos que o trânsito na cidade começava a inviabilizar grandes deslocamentos ao mesmo tempo em que os terrenos disponíveis estavam cada vez mais longínquos. Foi nessa época que decidimos mudar nossa área de atuação para a região central da cidade.

Em cidades como Londres ou Paris, o centro sempre foi uma das áreas mais valorizadas. Não víamos porque a mesma coisa não poderia acontecer em São Paulo. Há muita gente que trabalha ali, e as pessoas querem morar próximas ao escritório. A infraestrutura de ruas, cabos subterrâneos de energia e internet, hospitais, transporte, saneamento e escolas é excelente. Muita coisa que falta aos bairros da periferia sobra no Centro. Foi isso que atraiu nossa atenção.

Na época, praticamente não havia outras incorporadoras disputando terrenos conosco – o que já não é mais verdade hoje em dia. Nosso trabalho era convencer vários moradores a nos vender suas casas para que pudéssemos erguer um prédio na região. Fizemos lançamentos na Liberdade, no Arouche e em Santa Cecília. Hoje não falta capital para as empresas do setor imobiliário. O que falta são bons terrenos, a preços razoáveis, em áreas em que a prefeitura não imponha muitas restrições para construir.

Matéria tirada da Revista Exame.


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Tudo o que se precisa. Próximo!

Morar na região central significa estar perto de tudo

Em uma época em que perder tempo significa perder qualidade de vida, morar bem localizado passou a ser um ponto essencial na hora de escolher um imóvel para comprar.
Assim, o centro de São Paulo volta a ser um dos lugares mais procurado para se viver, e viver bem. Continuar lendo Tudo o que se precisa. Próximo!

Há vantagens de morar no Centro de SP?

As vantagens de morar no Centro de São Paulo

 

São Paulo – Um movimento que tem suas raízes na década de 1970 deve ganhar força no mercado imobiliário da cidade de São Paulo nos próximos anos. Bairros próximos ao centro, como o Brás, Pari e Bom Retiro, prometem chamar cada vez mais atenção de construtoras e incorporadoras para empreendimentos residenciais.

Com a escassez de terrenos em outras regiões da cidade, as alternativas agora começam a ser bairros de vocação industrial, onde os galpões sem uso podem dar lugar a espaços suficientemente grandes para a construção de imóveis residenciais. “A indústria começou a sair da cidade de São Paulo em meados da década de 1970 por uma série de motivos, que vão desde a dificuldade de entrar com carretas na cidade, até a poluição sonora que incomodava a população”, explica Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Sobraram então os galpões que abrigavam as grandes fábricas. Embora alguns deles sejam tombados e não possam ser demolidos, ainda sobram boas opções disponíveis para o mercado imobiliário.

Mas porque a região demorou para entrar definitivamente no radar das incorporadoras? Em primeiro lugar, porque esses bairros nunca tiveram perfil residencial e por isso não chamavam atenção das grandes empresas. “O empresariado não enxergava essas áreas como opção para crescer em habitação”, afirma Pompéia.

Outro ponto foi a degradação do Centro, que por muito tempo fez com que a região e as proximidades não fossem consideradas como opção de moradia pela população. Vale lembrar que o Centro abriga a Cracolândia, ponto de intenso consumo de drogas. Eduardo Machado, diretor de incorporações da PDG São Paulo, afirma que as políticas públicas anunciadas para a revitalização do Centro devem atrair cada vez mais moradores para a região. “Nas grandes cidades do mundo, como Nova York e Paris, os centros são regiões muito valorizadas. Em São Paulo há um atraso em relação a isso”, afirma. A PDG é umas das empresas que aposta nesse movimento imobiliário. Machado afirma que a velocidade de absorção dos lançamentos chega a ser até maior que em outros pontos da cidade. A empresa lançou em maio o edifício residencial Urbe. Das 216 unidades do prédio, hoje apenas três continuam disponíveis.

Outra empresa que resolveu apostar nessa tendência, olhando principalmente para os bairros próximos ao Centro, foi a Requadra Desenvolvimento Imobiliário, que está lançando duas torres residenciais no Brás, com um total de 440 apartamentos. “Atuamos há muito tempo no Centro de São Paulo e sabemos que há uma demanda forte na região. Nos bairros centrais, porém, há muita dificuldade de encontrar terreno disponível e com documentação em dia. Por isso, começamos a procurar locais próximos”, afirma Marcos França, diretor comercial da Requadra. O local onde ficarão as torres abrigava galpões industriais. Os apartamentos variam entre 28 metros quadrados e 50 metros quadrados e os preços, que ainda não são definitivos, devem ficar entre 135.000 reais e 310.000 reais. França concorda com a tendência de crescimento da região. “As incorporadoras estavam trabalhando primeiro em bairros mais óbvios”, afirma.

Além da demanda de quem trabalha na região, o mercado também pode esperar moradores que trabalham no Brás, Bom Retiro e Pari. “As opções residenciais da região são construções muito antigas, que em geral não têm nem vaga de garagem”, afirma França. Segundo a Associação de Lojistas do Brás (Alobrás), a região gera cerca de 150.000 empregos diretos e 300.000 indiretos. A circulação média diária é de 300.000 pessoas, com pico de 1 milhão.

Preços do Centro são competitivos

Embora a alta de preços também assole os novos pontos para empreendimentos residenciais, o valor do metro quadrado ainda está muito abaixo de locais tradicionais de São Paulo. “Como essa região ainda não foi descoberta, traz preços relativamente bons quando comparados com os de outros bairros”, afirma Pompéia, da Embraesp.

Enquanto o metro quadrado no Brás gira em torno de 4.300 reais, na região entre Ibirapuera e Vila Nova Conceição, o valor supera os 9.000 reais. A alta, porém, já é mais forte que no centro. Enquanto o metro quadrado de apartamentos na Sé caiu 4,9% em outubro ante setembro, o valor no Brás subiu 4,40% no mesmo período, segundo o índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados, como mostra a tabela abaixo.

Bairro Variação em outubro (sobre setembro) Variação em 2011
-4,90% 37,50%
Bom Retiro 2,50% 29,10%
Brás 4,40% 41,10%
Pari 5,90% 23,80%
São Paulo 1,90% 23,20%

Marcos França, da Requadra, acredita que a alta recentemente observada foi resultado de uma série de fatores do cenário econômico, como a maior oferta de crédito. “Essa valorização que vimos já passou. Os preços não devem continuar subindo no ritmo que vinham subindo”, afirma.

Em toda a região metropolitana de São Paulo, Pompéia estima que, se continuasse produzindo no ritmo atual, o mercado imobiliário ainda teria demanda forte por ao menos mais dez anos, mas ainda assim, os preços não devem continuar crescendo no mesmo ritmo. “Em 2012, podemos começar a ter uma acomodação de preços, que deve preceder a queda”, diz.

Perfil

A aposta é que o Centro e proximidades atrairão um público de pessoas solteiras ou casais jovens. As grandes famílias não devem ser maioria na região. “Observamos que os imóveis de um dormitório têm venda mais rápida do que outros”, afirma Machado, da PDG. As três unidades que ainda estão disponíveis do empreendimento Urbe, da empresa, são de dois dormitórios. “As opções de um dormitório foram vendidas primeiro”, afirma.

Retirada da Revista Exame


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O lugar certo para você encontrar #OSeuMelhorNegocio

2016-01-18a

Campo Belo – um belo pedacinho da cidade

Campo Belo – não só no nome

Um bairro considerado nobre, que faz jus ao nome.

Campo Belo é um distrito situado na região centro-sul da cidade de São Paulo, no limite norte do antigo município de Santo Amaro. Tornou-se, nos últimos anos, numa área de grandes edifícios de classe média e média-alta. 
A origem do distrito do Campo Belo está ligada à evolução da antiga Vila de Santo Amaro. Em princípio, com a inauguração em 1886 da linha férrea ligando São Paulo a Santo Amaro, a região de vastos campos e fazendas começou a ser ocupada. Uma das maiores fazendas da região pertencia a família Vieira de Morais, loteada em meados de 1903. O loteamento dessa e de outras fazendas facilitou a colonização alemã da região.

Ruas arborizadas do Campo Belo
Ruas arborizadas do Campo Belo

É um bairro verticalizado, arborizado e valorizado. Segundo o CRECI é uma Zona de valor “A”, mesma classificação de Moema, outro bairro nobre. Possui amplo comércio, localizado na Rua Vieira de Morais. (fonte: Wikipedia)

Esse é o Campo Belo, que é realmente belo em muitos aspectos.

Próximo a Santo Amaro e vizinho do Itaim Bibi, Moema, Ibirapuera, Vila olímpia, Chácara Santo Antônio e Brooklin Novo, ganhou notoriedade e desenvolvimento não apenas se beneficiando dessa posição estratégica, como também por abrigar empreendimentos de alto padrão e estar rodeado por avenidas que levam aos mais variados destinos, como a Bandeirantes, Vinte e três de maio, Ibirapuera, Indianópolis, Ruben Berta, Morumbi, Washington Luís e Santo Amaro.

Grandes empreendimentos em ruas arborizadas.
Grandes empreendimentos em ruas arborizadas.

Cercado de ruas tranquilas e arborizadas que convidam os moradores a um passeio a pé: um privilégio para poucos nos dias de hoje, que ficam envolvidos em uma atmosfera cinzenta e agitada, típica dos grandes centros urbanos atuais.

O bairro destaca-se também pela vida comercial diversificada. Seja para fazer compras ou entreter-se, sobram alternativas para se divertir em família, com os amigos, sozinho ou com aquela pessoa especial. Além dos shoppings Ibirapuera, Campo Belo, Jardim Sul, Morumbi, e SP Market, fica próximo a renomadas redes de supermercados, farmácias e hospitais.

Ainda casas pelo bairro
Ainda casas pelo bairro

Após a inauguração do Aeroporto de Congonhas, a área começou a ser muito mais valorizada, recebendo inúmeras filiais de hotéis, provando também seu potencial hospitaleiro para receber turistas.

Grandes Oportunidades no Bairro

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Pinheiros – Um Bairro tradicional e plural

Um bairro bem cosmopolita

UM DOS MAIS TRADICIONAIS BAIRROS DE SÃO PAULO, PINHEIROS É UM LUGAR PLURAL, ONDE GALERIAS DE ARTE DIVIDEM ESPAÇO COM LOJAS DE GRIFE, OS MAIS BADALADOS RESTAURANTES E UM VARIADO COMERCIO LOCAL, UM AMBIENTE QUE RESPIRA ESSA ATMOSFERA COSMOPOLITA E NOS REMETE AOS BAIRROS DO SOHO E MEATPACK DISTRICT, EM NOVA YORK, LES HALLES, EM PARIS E MITTE DISTRICT, EM BERLIM. BAIRROS QUE REUNEM ARTISTAS, EXPOSIÇÕES, UMA AMPLA VIDA CULTURAL E SE TORNAM PONTOS DESEJADOS POR MORADORES DE TODA A CIDADE.

O QUE TORNA O BAIRRO DE PINHEIROS ÚNICO É CONSEGUIR ESCONDER, EM MEIO A SUA SOFISTICAÇÃO E VIDA AGITADA, ALGUMAS RUAS TRANQUILAS, COM MUITO CHARME E EXCLUSIVIDADE, EXATAMENTO COMO A

RUA SIMÃO ÁLVARES.
Rua calma
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UM BAIRRO PARA SE VIVER POR INTEIRO. DA TRANQUILIDADE DE SUAS PRAÇAS E RUAS ARBORIZADAS ATÉ O AGITO DE SUA VIDA NOTURNA, QUE CONTA COM ALGUNS DOS BARES E RESTAURANTES MAIS PROCURADOS PELOS PAULISTANOS. TUDO ISSO EM UM SÓ LUGAR.

PINHEIROS PRODUZ CONHECIMENTO. ALÉM DAS INÚMERAS LIVRARIAS, GALERIAS DE ARTE E ESPAÇO PARA EXPOSIÇÕES, O BAIRRO AINDA CONTA COM ALGUNS DOS COLÉGIOS MAIS RESPEITADOS E TRADICIONAIS DE SÃO PAULO, COMO O VERA CRUZ, O PALMARES E O SANTA CRUZ.

Um empreendimento bem no centro do Bairro

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